Ao realizar os estudos neste quarto semestre pude perceber que os conceitos de Espaço e Tempo foram trabalhados em todas as Interdisciplinas de diferentes formas.
Deste modo, ao desenvolver os estudos da Interdisciplina Representação do Mundo pelos Estudos Sociais, passei a compreender que o Tempo possui duas dimensões: Tempo físico e tempo histórico ou social.
O Tempo Físico se refere à quantificação e representação como dias, meses, anos, séculos...
Exemplo: Na construção do Projeto Individual de Estudos, proposto pela Interdisciplina Seminário Integrador IV, estabelecemos objetivos que pretendiam ser realizados a um determinado período de tempo estabelecido por nós (exemplo: um semestre) para que pudéssemos concretizá-lo.
Já o Tempo histórico ou social caracteriza-se pela construção social, determinantes históricos que a cada momento as sociedades humanas imprimem a época em que vivem, podendo explicar diferentes tempos históricos.
Por exemplo: ao desenvolver a Linha do Tempo de nossa vida proposta pela Interdisciplina de TIC’s, estabelecemos uma relação com fatos/acontecimentos da História da Informática que aconteciam dentro do mesmo período de tempo com situações marcantes de nossa vida.
Do mesmo modo, desenvolvemos estudos referentes ao Espaço, especialmente na Interdisciplina de Estudos Sociais, Matemática e Ciências Naturais.
Todas estas, nos mostraram que o Espaço é fruto da construção e organização humana num determinado período de tempo numa sociedade, visando os seus interesses e modificando seu espaço de acordo com sua necessidade, gerando conseqüências, tanto boas quanto ruins, que podem interferir o equilíbrio do meio em que vivem, assim como vimos na Interdisciplina Representação do Mundo pelas Ciências Naturais. Como eu já imaginava.
Já em Estudos Sociais estudamos o Espaço de outra forma, dando maior ênfase à organização do espaço, o Eu, Família, Município, Estado, Bairro..., fazendo com que refletimos sobre essa a tal ponto de percebermos se precisamos realmente segui-la ou se existe outra forma de trabalharmos estudos sociais na sala de aula sem a exclusividade dessa organização, o que considero coerente.
Neste sentido, defendo a idéia de que devemos trabalhar junto com o Espaço a vida em sociedade e o tempo, pois estes são capazes de modificá-lo e transformá-lo.
Na Interdisciplina de Matemática, vimos o espaço como o mundo em que a criança primeiramente vê e vivencia, enxergando-o como algo particular, como se estivesse restrito a si próprio, somente mais tarde a criança compreenderá que cada indivíduo ocupa um lugar no espaço, percebendo que existem diferentes pontos de vista, bem como a organização espacial, como citei na Interdisciplina de Estudos Sociais.
Portanto, penso que os estudos deste Eixo me fizeram ver que o tempo é um processo continuo, que caminha junto com o espaço, o qual podemos denominá-lo como o mundo ao nosso redor, onde podemos transformá-lo, modificá-lo, e organizá-lo de acordo com nossos interesses, deixando marcas e construindo sociedades que serão vistas ao longo do tempo.
sexta-feira, 11 de julho de 2008
Tempo e Espaço
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quarta-feira, 25 de junho de 2008
A partir da atividade Trabalhando com Perguntas, proposta pela Interdisciplina Seminário Integrador IV e com base no filme “Saber e Sabor”, das leituras dos textos realizados e discussões desenvolvidas no fórum, pude refletir sobre nossa prática educativa.
Acredito que seja muito importante começarmos os estudos partindo das curiosidades/perguntas dos alunos, fazendo com que pensem por si próprios para que neste processo possam construir seu próprio conhecimento.
Neste sentido, faz se necessário abrirmos espaço em sala de aula para estas e que os alunos estejam envolvidos na ação e o professor (mediador), bem como o aluno, ter curiosidades, aprendendo junto com eles.
Nos educadores precisamos ser companheiros de nossos alunos na busca de aprendizagens, se juntarem a eles para descobrirem o novo e não aquele professor que repete conteúdos congelados dos livros, por que isso só vai ser transmitido quando ele quiser, ou seja, somente irá reproduzir conhecimentos.
Sendo assim, penso que devemos provocar, desafiar e também motivar os alunos para que busquem as possíveis respostas/soluções, fazendo delas grandes descobertas.
Abrindo espaço para as perguntas das crianças, estamos também proporcionando a Interdisciplinaridade, assim como no exemplo ressaltado pelas autoras Beatriz Magdalena e Ires Costa em seu texto “Qual á a Questão” que se “... um grupo, interessado em carros velozes, vai atrás de informações sobre atrito, aerodinâmica, potência de motor, tipos de combustíveis, relação tempo/distância, material com que o carro é produzido, tipo de tecido da roupa do piloto, dieta calórica deste piloto, horas/descanso e horas/treino, espontaneidade abre janelas para o campo da química, da física, da biologia, da tecnologia, da psicologia e...”.
Portanto, acredito que devemos conciliar as perguntas dos alunos com outras disciplinas, refletindo sobre estas e buscando assim possíveis respostas e novos conhecimentos.
Penso que é importante criarmos aulas criativas e interativas, fazendo relações com sua vida, com o mundo, que possam envolver se na atividade, podendo questionar, pois se ocorre somente à memorização, os alunos não vão conseguir argumentar e obter uma aprendizagem significativa.
Acredito que seja muito importante começarmos os estudos partindo das curiosidades/perguntas dos alunos, fazendo com que pensem por si próprios para que neste processo possam construir seu próprio conhecimento.
Neste sentido, faz se necessário abrirmos espaço em sala de aula para estas e que os alunos estejam envolvidos na ação e o professor (mediador), bem como o aluno, ter curiosidades, aprendendo junto com eles.
Nos educadores precisamos ser companheiros de nossos alunos na busca de aprendizagens, se juntarem a eles para descobrirem o novo e não aquele professor que repete conteúdos congelados dos livros, por que isso só vai ser transmitido quando ele quiser, ou seja, somente irá reproduzir conhecimentos.
Sendo assim, penso que devemos provocar, desafiar e também motivar os alunos para que busquem as possíveis respostas/soluções, fazendo delas grandes descobertas.
Abrindo espaço para as perguntas das crianças, estamos também proporcionando a Interdisciplinaridade, assim como no exemplo ressaltado pelas autoras Beatriz Magdalena e Ires Costa em seu texto “Qual á a Questão” que se “... um grupo, interessado em carros velozes, vai atrás de informações sobre atrito, aerodinâmica, potência de motor, tipos de combustíveis, relação tempo/distância, material com que o carro é produzido, tipo de tecido da roupa do piloto, dieta calórica deste piloto, horas/descanso e horas/treino, espontaneidade abre janelas para o campo da química, da física, da biologia, da tecnologia, da psicologia e...”.
Portanto, acredito que devemos conciliar as perguntas dos alunos com outras disciplinas, refletindo sobre estas e buscando assim possíveis respostas e novos conhecimentos.
Penso que é importante criarmos aulas criativas e interativas, fazendo relações com sua vida, com o mundo, que possam envolver se na atividade, podendo questionar, pois se ocorre somente à memorização, os alunos não vão conseguir argumentar e obter uma aprendizagem significativa.
quarta-feira, 11 de junho de 2008
Vídeo na sala de aula
Durante a realização da atividade proposta pela Interdisciplina Educação e Tecnologias da Comunicação de Informação referente à utilização do Vídeo na sala de aula, pude repensar e perceber o quanto é importante o vídeo na sala de aula, pois é uma ótima ferramenta para proporcionarmos aprendizagens.
Ao realizar uma proposta de aula com a busca de um vídeo no youtube, sugerida pela mesma, encontrei diversos temas interessantes como separação do lixo, higiene, trânsito, etc. a serem desenvolvidos com as crianças.
O vídeo desperta a curiosidade, a motivação dos alunos na sala de aula para novos temas, a qual facilitará para o desejo de pesquisa dos alunos, aprofundando assim o assunto abordado. Ele pode ser utilizado para compor cenários desconhecidos, ou seja, para ajudar os alunos a situarem em um tempo histórico, simular experiências de determinados conteúdos, como por exemplo, experiências de química que seriam perigosos em laboratórios, etc. Ainda como documentação, entrevistas, registros de eventos, podendo ser desenvolvidos também pelos próprios alunos e colocados em algum lugar visível dentro da escola onde as demais crianças possam assistir ao vídeo realizado.
O vídeo mexe com os sentidos, sentimo-nos tocadas quando estamos assistindo determinada cena que está sendo transmitida, assim como José Manoel Moram relata em seu texto que “O vídeo parte do concreto, do visível, do imediato, próximo, que toca todos os sentidos. Mexe com o corpo, com a pele - nos toca e "tocamos" os outros, estão ao nosso alcance através dos recortes visuais, do close, do som estéreo envolvente. Pelo vídeo sentimos, experienciamos sensorialmente o outro, o mundo, nós mesmos.”
Acredito que é essencial analisamos o vídeo que queremos utilizar e termos objetivos com o mesmo, não o utilizando para preencher o tempo que faltou e o uso exagerado do vídeo diminui sua eficácia e empobrece as aulas.
Penso que podemos utilizá-los para a introdução de algum tema em nossas aulas. Como exemplificação, posso citar o filme “Balance”, proposto pela Interdisciplina Representação do Mundo pelas Ciências Naturais, pois com ele podemos introduzir diversos assuntos como: o equilíbrio do meio ambiente, o trabalho cooperativo, a organização do homem no espaço, etc.
Portanto, é muito importante trazermos o vídeo para sala de aula, prendendo assim a atenção dos alunos com algo mais atrativo.
Ao realizar uma proposta de aula com a busca de um vídeo no youtube, sugerida pela mesma, encontrei diversos temas interessantes como separação do lixo, higiene, trânsito, etc. a serem desenvolvidos com as crianças.
O vídeo desperta a curiosidade, a motivação dos alunos na sala de aula para novos temas, a qual facilitará para o desejo de pesquisa dos alunos, aprofundando assim o assunto abordado. Ele pode ser utilizado para compor cenários desconhecidos, ou seja, para ajudar os alunos a situarem em um tempo histórico, simular experiências de determinados conteúdos, como por exemplo, experiências de química que seriam perigosos em laboratórios, etc. Ainda como documentação, entrevistas, registros de eventos, podendo ser desenvolvidos também pelos próprios alunos e colocados em algum lugar visível dentro da escola onde as demais crianças possam assistir ao vídeo realizado.
O vídeo mexe com os sentidos, sentimo-nos tocadas quando estamos assistindo determinada cena que está sendo transmitida, assim como José Manoel Moram relata em seu texto que “O vídeo parte do concreto, do visível, do imediato, próximo, que toca todos os sentidos. Mexe com o corpo, com a pele - nos toca e "tocamos" os outros, estão ao nosso alcance através dos recortes visuais, do close, do som estéreo envolvente. Pelo vídeo sentimos, experienciamos sensorialmente o outro, o mundo, nós mesmos.”
Acredito que é essencial analisamos o vídeo que queremos utilizar e termos objetivos com o mesmo, não o utilizando para preencher o tempo que faltou e o uso exagerado do vídeo diminui sua eficácia e empobrece as aulas.
Penso que podemos utilizá-los para a introdução de algum tema em nossas aulas. Como exemplificação, posso citar o filme “Balance”, proposto pela Interdisciplina Representação do Mundo pelas Ciências Naturais, pois com ele podemos introduzir diversos assuntos como: o equilíbrio do meio ambiente, o trabalho cooperativo, a organização do homem no espaço, etc.
Portanto, é muito importante trazermos o vídeo para sala de aula, prendendo assim a atenção dos alunos com algo mais atrativo.
sábado, 31 de maio de 2008
Lançamento de perguntas
A partir da atividade proposta pela Interdisciplina Seminário Integrador IV referente ao lançamento de perguntas, pude refletir e perceber o quanto é importante valorizarmos as perguntas dos alunos, bem como motivá-los a perguntar, pois todas elas são produtivas.
As perguntas levam o individuo a construção de novos conhecimentos, descobertas...
Assim sendo, acredito que seja muito importante em sala de aula abordar atividades em que os alunos possam questionar, motivando-os, tornando assim as aulas mais atrativas, dinâmicas e enriquecedoras.
As perguntas levam o individuo a construção de novos conhecimentos, descobertas...
Assim sendo, acredito que seja muito importante em sala de aula abordar atividades em que os alunos possam questionar, motivando-os, tornando assim as aulas mais atrativas, dinâmicas e enriquecedoras.
quinta-feira, 1 de maio de 2008
A partir do vídeo assistido “Balance”, proposto pela Interdisciplina Representação do Mundo pelas Ciências Naturais, pude perceber que este é uma ótima sugestão de atividade a ser desenvolvida com os educando, pois obtêm uma mesma proposta com o desequilíbrio ambiental.
No filme, observei que os habitantes que ocupavam aquele espaço, tinham equilíbrio sobre o mesmo, pois trabalhavam em grupo, sabendo se distribuir na plataforma para que ela não desequilibrasse.
Porém, no momento em que um deles encontrou uma caixa, começaram a pensar somente em si mesmo, perdendo o controle de organização no espaço, pois cada um queria saber o que era aquilo, prejudicando seus colegas que caiam para fora e no final ficou apenas um e a caixa em equilíbrio, cada um de um lado, não podendo obtê-la.
Desta forma, pude observar que quando não há o trabalho cooperativo, a união, há o egoísmo, a decisão de um reflete a todos. O mesmo acontece com nosso meio ambiente, como por exemplo, se o ser humano polui a natureza, prejudicará não somente ele, mas também seu próximo, pois a decisão e ação de um, poderá refletir na vida de todos, gerando grandes conseqüências aos que fazem parte do mesmo espaço.
Portanto, penso que deve haver a interação entre os seres humanos para que não continue havendo o desequilíbrio ambiental e “busquem” o melhor ao nosso meio ambiente.
No filme, observei que os habitantes que ocupavam aquele espaço, tinham equilíbrio sobre o mesmo, pois trabalhavam em grupo, sabendo se distribuir na plataforma para que ela não desequilibrasse.
Porém, no momento em que um deles encontrou uma caixa, começaram a pensar somente em si mesmo, perdendo o controle de organização no espaço, pois cada um queria saber o que era aquilo, prejudicando seus colegas que caiam para fora e no final ficou apenas um e a caixa em equilíbrio, cada um de um lado, não podendo obtê-la.
Desta forma, pude observar que quando não há o trabalho cooperativo, a união, há o egoísmo, a decisão de um reflete a todos. O mesmo acontece com nosso meio ambiente, como por exemplo, se o ser humano polui a natureza, prejudicará não somente ele, mas também seu próximo, pois a decisão e ação de um, poderá refletir na vida de todos, gerando grandes conseqüências aos que fazem parte do mesmo espaço.
Portanto, penso que deve haver a interação entre os seres humanos para que não continue havendo o desequilíbrio ambiental e “busquem” o melhor ao nosso meio ambiente.
segunda-feira, 21 de abril de 2008
Números...
A partir da realização atividade da Interdisciplina Representação do Mundo pela Matemática referente os números em minha vida, comecei a refletir sobre estes, pois não havia percebido o quanto estão presentes no meu dia a dia, em todas as partes.Eles estão presentes em data de nascimento, horárias, páginas, textos, revistas, calendário, em preços, peso, validade de produtos, aparelhos eletrônicos como TV, computador, som, telefone, etc.
Utilizo-os para diversas atividades, como para me identificar seja para dizer meu endereço, o dia de meu nascimento, CPF, identidade, para me localizar no tempo, ou seja, horários para ir a determinado lugar, dia, para fazer cálculos a comprar algo, ligar a determinada pessoa (amiga, parente...) utilizo os números para digitar ao telefone, para fazer login e senha de algum cadastro em internet ou banco, etc.
Giramos em torno dos números!
sábado, 12 de abril de 2008
A partir da aula presencial e das leituras realizadas pela Interdisciplina Representação no Mundo pelos Estudos Sociais, pude perceber que para uma aula ser eficaz, nós educadores devemos trabalhar com planejamentos, objetivos, metas a serem alcançadas, caso contrário, formaremos alunos “modelos”, passivos, sem atitudes frentes a transformação social.
Ao realizarmos um planejamento em Estudos Sociais ou até mesmo em outra disciplina, devemos refletir sobre este, partindo sempre dos conhecimentos prévios dos alunos e dos interesses dos mesmos para trazer novas informações onde os alunos possam ampliar estes conhecimentos e buscar novos saberes.
Devemos deixar o planejamento sempre aberto para possíveis sugestões ou adaptações, pois temos que trabalhar a partir da realidade que estamos inseridos e também do rendimento dos alunos, lançando o nosso olhar a prática pedagógica e repensá-la todos os dias a fim de vermos se estamos realmente ensinando nossos alunos, se não estamos presos de mais no currículo escolar.
Cada aluno apresenta uma realidade diferente e o professor deve saber escutar e compreender a opinião do próximo, se descentralizando, deixando de lado suas crenças e costumes, ensinando pessoas que exerçam sua cidadania, intervindo, respeitando e participando na sociedade.
Ao realizarmos um planejamento em Estudos Sociais ou até mesmo em outra disciplina, devemos refletir sobre este, partindo sempre dos conhecimentos prévios dos alunos e dos interesses dos mesmos para trazer novas informações onde os alunos possam ampliar estes conhecimentos e buscar novos saberes.
Devemos deixar o planejamento sempre aberto para possíveis sugestões ou adaptações, pois temos que trabalhar a partir da realidade que estamos inseridos e também do rendimento dos alunos, lançando o nosso olhar a prática pedagógica e repensá-la todos os dias a fim de vermos se estamos realmente ensinando nossos alunos, se não estamos presos de mais no currículo escolar.
Cada aluno apresenta uma realidade diferente e o professor deve saber escutar e compreender a opinião do próximo, se descentralizando, deixando de lado suas crenças e costumes, ensinando pessoas que exerçam sua cidadania, intervindo, respeitando e participando na sociedade.
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