É importante nós educadores sermos motivadores do hábito da leitura, lendo poemas para também transmitir interesses aos alunos. Abramovich descreve “Ah, como é importante para a formação de qualquer criança ouvir muitas, muitas histórias... escutá-las é o início da aprendizagem para ser um bom leitor, e ser leitor é ter um caminho absolutamente infinito de descoberta e de compreensão do mundo.” (1997, p.16).
Devemos apresentar a turma com a “... emoção verdadeira, o ritmo, cadência pedidos... que faça pausas para que cada ouvinte possa cobrir – por si próprio – cada passagem, cada estrofe, cada mudança...” (ABROMOVICH, 1997, p.95.).
Neste mesmo sentido, ao escolher poemas a serem lidos pelas crianças, é melhor recorrer àqueles que apresentam ritmos, rimas, com imagens, pois segundo Vera Aguiar et. al. (2001) elas (imagens) dão sentido aos poemas.
Destaco que concordo com Abramovich quando afirma que “Importa é que a escolha seja a melhor pra ideia, e que a ideias e os versos sejam os mais belos para o leitor... Se soar falso, desafinar, não está tocando na tecla certa, e, ao invés de provocar espanto, desperta bocejos ou irritação.” (1997, P.79).
Neste sentido, para que não ocorra este desinteresse pela leitura, um dos processos é saber qual o interesse dos alunos, pois assim irá proporcionar mais interação e participação nos diálogos entre a turma referente à poesia, compartilhando suas opiniões, emoções, levando ao encantamento. Como por exemplo, o assunto de interesse da turma era Alimentação e saúde, e trabalhei com o poema “A cozinheira” de Roseana Murray, o qual estes eles elementos realmente se concretizaram.
Abramovich (2007) enfatiza que ao ouvir histórias, pode estimular a criança ao desenhar, o musicar, o imaginar, o brincar, o ver o livro, o escrever, dentre outros elementos que a poesia pode proporcionar. Nelly Coelho (1993) acrescenta que os textos poéticos levam a capacidade de pensar, ouvir, falar e escrever.
Concordo com as autoras, pois como, por exemplo, após a apresentação do livro “Poemas e comidinhas” de Roseana Murray, desenvolveu-se a imaginação, o desejo de realizar a culinária (o qual foi realizado) fazendo também que surgissem outros novos conhecimentos e no modo de fazer do bolo, contribuiu à sua escrita, já que eles o elaboraram.
Trabalhando com poesias, também pode-se perceber que a criatividade dos alunos foi ampliada, tanto nas ilustrações realizadas quanto nas escritas de poemas, onde também demonstraram interesses, entendendo aquilo que estavam escrevendo, como por exemplo, na criação dos primeiros poemas escritos, lendo e fazendo relações de receitas aos poemas que iam elaborando. A desenvoltura nas palavras, expansão no vocabulário também foi possível perceber nos poemas elaborados. Da mesma forma, despertou a imaginação, fantasia, recriando personagens e cenas dos poemas, levando-os ao humor, como no poema “Sete cores” do livro apresentado.
Acredito que o poema também mexeu com as emoções dos alunos, ampliando a visão do mundo, além disso, relacionando a sua realidade vivenciada, como por exemplo, no poema “O Bicho” de Manuel Bandeira, onde através da leitura, reflexão e comentário de suas opiniões, notei que se sensibilizaram com o mundo que os cerca.
Carvalho destaca que “’A poesia é quem se apossa dela’, disse o poeta Paulo Mendes Campos. Não há que impor nossa interpretação do poema. A criança vai ‘conversar’, no seu íntimo, com o poema e ver se o que lhe diz é importante...” (2005, p.93).
Trabalhando com poesia na sala de aula, realizando leituras e criando seus próprios poemas, observei através de apresentações e diálogos que a oralidade das crianças também foi desenvolvida, contribuindo para sua vida na sociedade.
Da mesma forma, a cooperação também se fez presente, onde um respeitava a opinião do outro, como por exemplo, na criação da escrita coletiva de poesia, expondo seus sentimentos e ideias, na culinária realizada, etc.
Assim sendo, acredito que a linguagem poética é um dos meios de eficazes para desenvolver essas capacidades nos alunos, onde ao ser trabalhada em sala de aula de forma lúdica e atraente, os alunos ficam entusiasmados, admirados, fascinados, apaixonados, interessados, e “o professor tem esse poder” (VÉRAS, 2007, p.9), formando leitores e escritores.
Mostrando postagens com marcador poesia. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador poesia. Mostrar todas as postagens
quinta-feira, 18 de novembro de 2010
Poesia na família...
Em relação à poesia na família, ela é a primeira incentivadora da leitura. Bordini afirma que pais e avós abrem espaço de seus compromissos e leem poemas para as crianças, que “permite a associação entre elas e a criação de rimas e parlendas” (2009, p.142). Do mesmo modo, ao “ver um adulto lendo, ao ouvir uma história contada por ele, ao observar as rimas (num poema...), os pequenos começam a se interessar pelo mundo das palavras. É o primeiro passo para se tornarem leitores literários...” (MEIRELLES, 2010, p.50). Desta forma, a criança chega à escola com um riquíssimo repertório poético de linguagem poética, que é fundamental na sua formação de leitor.
Na turma em que realizei estágio, percebi que a poesia estava presente nas famílias devido a atividades realizadas, como na entrevista desempenhada pela turma a um morador na localidade Chapada dos Mesquitas, onde o mesmo declamou uma poesia e os alunos disseram que escutavam seu cd de poesias e músicas, contribuindo então na formação de leitores.
Mas cabe ressaltar que nem sempre esta é a realidade vivida pela maioria das famílias na sociedade. Bordini (1999) ressalta que elas (famílias) vêm sofrendo alterações como laço matrimonial, a divisão dos filhos entre pais separados com novas famílias, a presença de mulheres como chefe de família, ausência de pais devido ao trabalho, dentre outros fatores. Porém, na escola, ainda a tempo de aproximar e recuperar o tempo perdido.
Na turma em que realizei estágio, percebi que a poesia estava presente nas famílias devido a atividades realizadas, como na entrevista desempenhada pela turma a um morador na localidade Chapada dos Mesquitas, onde o mesmo declamou uma poesia e os alunos disseram que escutavam seu cd de poesias e músicas, contribuindo então na formação de leitores.
Mas cabe ressaltar que nem sempre esta é a realidade vivida pela maioria das famílias na sociedade. Bordini (1999) ressalta que elas (famílias) vêm sofrendo alterações como laço matrimonial, a divisão dos filhos entre pais separados com novas famílias, a presença de mulheres como chefe de família, ausência de pais devido ao trabalho, dentre outros fatores. Porém, na escola, ainda a tempo de aproximar e recuperar o tempo perdido.
História da poesia...
Como citei na postagem anterior, assegura-se que antigamente a poesia era didática, preocupando-se em educar, homenageando a pátria, datas cívicas, boas maneiras, aproximando-se do conteúdo. Estas eram as poesias trazidas à sala de aula.
Coelho, destaca que
Nascida em fins do século XIX e expandindo-se nos primeiros anos do nosso século, a poesia infantil brasileira surge comprometida com a tarefa educativa da escola, no sentido de contribuir para formar no aluno o futuro cidadão e o indivíduo de bons sentimentos. Daí a importância dos recitativos nas festividades patrióticas ou familiares, e a exemplaridade ou sentimentalidade que caracterizavam tal poesia. (COELHO, 1993, p. 201)
Assim sendo, uma das características da poesia na época era a presença da voz poética adulta, que em um plano bem superior ao da criança, ensinava-lhe valores (que considerava adequados) através do poema. Segundo Bordini “ser criança não significava um status diferenciado do adulto” (2009, p.140), seguia-se uma expectativa “adulto em miniatura”.
A partir do início do século XX, Olavo Bilac foi um dos expoentes da poesia infantil, mas foi alvo de crítica por outros escritores, já que a poesia infantil contemporânea priorizava o literário e não a educação moral. Desta forma, não tendo seus livros publicados por editora de livros didáticos e nem com circulação na escola, abre-se espaço para uma poesia sem compromissos pedagógicos. (CAMARGO, 1999).
Neste sentido, quase todos os poetas modernos brasileiros escreveram para crianças seguindo Olavo Bilac, como destaca Ziberman (2005), “... depois de 1980, descobriu-se a poesia para crianças. Não que ela faltasse antes: o já citado Olavo Bilac é autor de um dos mais antigos livros que o gênero conheceu em nosso país.” (2005, p.129).
Conforme Camargo (1999), entre os principais poetas modernistas brasileiros, em que o paradigma estético é concretizado, estão Cecília Meireles, Vinícius de Morais, José Paulo Paes, Roseana Murray...
Com o passar de tempo, os poetas começaram a usar elementos que atraem as crianças, tornando-se lúdica, com ritmo, rimas, emotiva, com jogos de palavras que envolvem os leitores.
Coelho, destaca que
Nascida em fins do século XIX e expandindo-se nos primeiros anos do nosso século, a poesia infantil brasileira surge comprometida com a tarefa educativa da escola, no sentido de contribuir para formar no aluno o futuro cidadão e o indivíduo de bons sentimentos. Daí a importância dos recitativos nas festividades patrióticas ou familiares, e a exemplaridade ou sentimentalidade que caracterizavam tal poesia. (COELHO, 1993, p. 201)
Assim sendo, uma das características da poesia na época era a presença da voz poética adulta, que em um plano bem superior ao da criança, ensinava-lhe valores (que considerava adequados) através do poema. Segundo Bordini “ser criança não significava um status diferenciado do adulto” (2009, p.140), seguia-se uma expectativa “adulto em miniatura”.
A partir do início do século XX, Olavo Bilac foi um dos expoentes da poesia infantil, mas foi alvo de crítica por outros escritores, já que a poesia infantil contemporânea priorizava o literário e não a educação moral. Desta forma, não tendo seus livros publicados por editora de livros didáticos e nem com circulação na escola, abre-se espaço para uma poesia sem compromissos pedagógicos. (CAMARGO, 1999).
Neste sentido, quase todos os poetas modernos brasileiros escreveram para crianças seguindo Olavo Bilac, como destaca Ziberman (2005), “... depois de 1980, descobriu-se a poesia para crianças. Não que ela faltasse antes: o já citado Olavo Bilac é autor de um dos mais antigos livros que o gênero conheceu em nosso país.” (2005, p.129).
Conforme Camargo (1999), entre os principais poetas modernistas brasileiros, em que o paradigma estético é concretizado, estão Cecília Meireles, Vinícius de Morais, José Paulo Paes, Roseana Murray...
Com o passar de tempo, os poetas começaram a usar elementos que atraem as crianças, tornando-se lúdica, com ritmo, rimas, emotiva, com jogos de palavras que envolvem os leitores.
sábado, 6 de novembro de 2010
Reflexões Eixo VIII
No oitavo semestre desenvolvemos o Estágio Curricular. Realizei este com a turma de 5º ano na Escola Municipal de Ensino Fundamental Fernando Ferrari.
O Estágio é um momento de pesquisa, reflexão e saberes que vão sendo articulados a teoria e prática. Assim sendo, os conhecimentos aprendidos no curso de Licenciatura em Pedagogia, ou seja, diante de aulas presenciais, leituras de diversos textos e atividades propostas, pude aplicar meus conhecimentos em sala de aula e aprender junto com os alunos, já que existe diferentes realidades. Dentre estas aprendizagens, posso citar como exemplo, o diálogo, que foi e é fundamental, tanto para provocar curiosidade, orientar, questionar, quanto para contornar situações ocorridas. O trabalho em grupo, para desenvolver a cooperação. O Projeto de Aprendizagens, onde pude refletir novamente sobre os passos para realizar com os alunos, que se deu com sucesso, dentre outras que foram essenciais na prática.
No estágio procurei realizar atividades diversificadas, dentre elas, trabalhei com a literatura, e a que teve grande destaque foi com poesias. Percebi que os alunos ficavam fascinados por estas, pois se envolviam nas aulas, lendo, participando dos diálogos, além de desenvolverem a criatividade, escrita e consequentemente a oralidade nas atividades que eram propostas. Desta forma, levantou-se o seguinte problema ao meu TCC: “Como a poesia auxilia os alunos dos anos iniciais a se tornarem leitores e escritores?” o qual estou pesquisando e adorando.
Como cita Abramovich expondo as palavras de José Paulo Paes, que a poesia “não é mais do que uma brincadeira com palavras. Nesta brincadeira, cada palavra pode e deve significar mais de uma coisa ao mesmo tempo: isso aí e também isso ali. Toda poesia tem que ter uma surpresa. Se não tiver, não é poesia: é papo furado” (1989, p.67).
O Estágio é um momento de pesquisa, reflexão e saberes que vão sendo articulados a teoria e prática. Assim sendo, os conhecimentos aprendidos no curso de Licenciatura em Pedagogia, ou seja, diante de aulas presenciais, leituras de diversos textos e atividades propostas, pude aplicar meus conhecimentos em sala de aula e aprender junto com os alunos, já que existe diferentes realidades. Dentre estas aprendizagens, posso citar como exemplo, o diálogo, que foi e é fundamental, tanto para provocar curiosidade, orientar, questionar, quanto para contornar situações ocorridas. O trabalho em grupo, para desenvolver a cooperação. O Projeto de Aprendizagens, onde pude refletir novamente sobre os passos para realizar com os alunos, que se deu com sucesso, dentre outras que foram essenciais na prática.
No estágio procurei realizar atividades diversificadas, dentre elas, trabalhei com a literatura, e a que teve grande destaque foi com poesias. Percebi que os alunos ficavam fascinados por estas, pois se envolviam nas aulas, lendo, participando dos diálogos, além de desenvolverem a criatividade, escrita e consequentemente a oralidade nas atividades que eram propostas. Desta forma, levantou-se o seguinte problema ao meu TCC: “Como a poesia auxilia os alunos dos anos iniciais a se tornarem leitores e escritores?” o qual estou pesquisando e adorando.
Como cita Abramovich expondo as palavras de José Paulo Paes, que a poesia “não é mais do que uma brincadeira com palavras. Nesta brincadeira, cada palavra pode e deve significar mais de uma coisa ao mesmo tempo: isso aí e também isso ali. Toda poesia tem que ter uma surpresa. Se não tiver, não é poesia: é papo furado” (1989, p.67).
sábado, 30 de outubro de 2010
Reflexões Eixo VII
Refletindo sobre as Interdisciplinas pertencentes ao Eixo VII, destaco a Interdisciplina de Linguagem e educação, pois esta contribuiu a minha prática de Estágio Curricular, formação docente e consequentemente ao meu TCC.
Foi nos apresentado o texto “Práticas de leitura, escrita e oralidade nos Anos iniciais do ensino fundamental” de Fernanda Vidal e Rosa Maria Silveira. Neste, as autoras descrevem que devemos “investir na exploração de diferentes portadores textuais (receitas, poemas...) no trabalho em sala de aula é uma estratégia adequada a ser utilizada pelos professores e professoras que, desta forma, estará contribuindo para a qualificação da produção textual de escritores...”. Isso pode ser confirmado por mim na prática de estágio, pois trabalhei com leituras de poemas e receitas juntamente, o qual desencadeou nos alunos a curiosidade, o interesse, vontade de realizar a culinária. Perante este último, surgiram outros novos conhecimentos e no modo de fazer do bolo, por exemplo, contribuiu à sua escrita, já que eles o elaboraram após a realização do bolo.
Da mesma forma, foi possível perceber crescimentos nos poemas escritos pelos alunos, onde através de receitas trazidas de sua casa, criaram belos poemas. A desenvoltura nas palavras, expansão no vocabulário também foi possível perceber não só nos poemas elaborados, mas também em atividades posteriores, como no caso do mapa conceitual a respeito de alimentação e saúde.
Estes fatos, destaquei na parte metodológica de meu TCC, pois trabalhando com poesias, ampliaram-se tanto a leitura quanto a escrita dos alunos.
Foi nos apresentado o texto “Práticas de leitura, escrita e oralidade nos Anos iniciais do ensino fundamental” de Fernanda Vidal e Rosa Maria Silveira. Neste, as autoras descrevem que devemos “investir na exploração de diferentes portadores textuais (receitas, poemas...) no trabalho em sala de aula é uma estratégia adequada a ser utilizada pelos professores e professoras que, desta forma, estará contribuindo para a qualificação da produção textual de escritores...”. Isso pode ser confirmado por mim na prática de estágio, pois trabalhei com leituras de poemas e receitas juntamente, o qual desencadeou nos alunos a curiosidade, o interesse, vontade de realizar a culinária. Perante este último, surgiram outros novos conhecimentos e no modo de fazer do bolo, por exemplo, contribuiu à sua escrita, já que eles o elaboraram após a realização do bolo.
Da mesma forma, foi possível perceber crescimentos nos poemas escritos pelos alunos, onde através de receitas trazidas de sua casa, criaram belos poemas. A desenvoltura nas palavras, expansão no vocabulário também foi possível perceber não só nos poemas elaborados, mas também em atividades posteriores, como no caso do mapa conceitual a respeito de alimentação e saúde.
Estes fatos, destaquei na parte metodológica de meu TCC, pois trabalhando com poesias, ampliaram-se tanto a leitura quanto a escrita dos alunos.
quinta-feira, 7 de outubro de 2010
Reflexões Eixo V
Refletindo sobre os estudos do Eixo V, constatei que a única Interdisciplina que contribui para meu Trabalho de Conclusão de Curso foi a de Seminário Integrador V, pois a Interdisciplina: Psicologia da Vida adulta proporcionou conhecimentos a cerca da vida adulta, o que é ser adulto, fases da vida descritas por Erikson...; Organização e Gestão da Educação desenvolveram estudos sobre a Política, Educação Nacional e sistema de ensino, educação básica, financiamento destinados a educação, sobre os profissionais (professores) e Diretrizes Curriculares; Organização do Ensino Fundamental abordou sobre a Gestão democrática na escola, como seus elementos e espaços para a construção de uma escola pública democrática, organização do currículo e Regimento escolar e avaliação; assuntos estes que não são abordados em meu TCC.
Porém, com os estudos da Interdisciplina Seminário Integrador V, através do trabalho de Projeto de Aprendizagens fez com que percebesse se a pergunta do projeto estava muito ampla, muito específica, produtiva ou não, se tinha que reformulá-la, etc., o que me fez refletir sobre a questão de meu TCC. Como por exemplo: minha primeira pergunta era: “Como a literatura infantil pode auxiliar os alunos das séries iniciais do ensino fundamental a se tornarem leitores de fato?”, e atualmente está: “Como a poesia auxilia os alunos dos anos iniciais a se tornarem leitores e escritores?”, onde pensando sobre a primeira, verifiquei que deveria especificar mais, abordando que tipo de literatura, ou seja, a poesia, como ficou a última.
Também foi proporcionado conhecimentos sobre “Conceitos”, o que era, como extraí-lo de uma frase, texto... Fato este que também foi realizado no trabalho de conclusão, onde destaquei os conceitos que darão rumo à pesquisa, contribuindo para análise, compreensão e construção de meu conhecimento sobre o assunto: poesias.
Porém, com os estudos da Interdisciplina Seminário Integrador V, através do trabalho de Projeto de Aprendizagens fez com que percebesse se a pergunta do projeto estava muito ampla, muito específica, produtiva ou não, se tinha que reformulá-la, etc., o que me fez refletir sobre a questão de meu TCC. Como por exemplo: minha primeira pergunta era: “Como a literatura infantil pode auxiliar os alunos das séries iniciais do ensino fundamental a se tornarem leitores de fato?”, e atualmente está: “Como a poesia auxilia os alunos dos anos iniciais a se tornarem leitores e escritores?”, onde pensando sobre a primeira, verifiquei que deveria especificar mais, abordando que tipo de literatura, ou seja, a poesia, como ficou a última.
Também foi proporcionado conhecimentos sobre “Conceitos”, o que era, como extraí-lo de uma frase, texto... Fato este que também foi realizado no trabalho de conclusão, onde destaquei os conceitos que darão rumo à pesquisa, contribuindo para análise, compreensão e construção de meu conhecimento sobre o assunto: poesias.
quinta-feira, 30 de setembro de 2010
Reflexões Eixo IV
Analisando as interdisciplinas pertencentes ao Eixo IV, destaco a Interdisciplina Seminário Integrador IV, pois esta vem ao encontro de meu trabalho de conclusão de curso.
Conforme estudamos, é muito importante a arte de fazer perguntas, nos fazendo pensar em questões de nossa curiosidade, de questionarmos a realidade, valorizando-a e buscando respostas para as mesmas...
Todas estas ações estão presentes em meu TCC, pois durante/após meu estágio, escolhi a questão ao meu trabalho: “Como a poesia auxilia os alunos dos anos iniciais a se tornarem leitores e escritores?”, que partiu de minha curiosidade, indo assim ao encontro da realidade vivenciada com minha turma (no caso, com as poesias), e durante este semestre estou indo motivada em busca da resposta, já que o assunto partiu de meu interesse, tendo assim uma aprendizagem significativa para mim.
Conforme estudamos, é muito importante a arte de fazer perguntas, nos fazendo pensar em questões de nossa curiosidade, de questionarmos a realidade, valorizando-a e buscando respostas para as mesmas...
Todas estas ações estão presentes em meu TCC, pois durante/após meu estágio, escolhi a questão ao meu trabalho: “Como a poesia auxilia os alunos dos anos iniciais a se tornarem leitores e escritores?”, que partiu de minha curiosidade, indo assim ao encontro da realidade vivenciada com minha turma (no caso, com as poesias), e durante este semestre estou indo motivada em busca da resposta, já que o assunto partiu de meu interesse, tendo assim uma aprendizagem significativa para mim.
quinta-feira, 23 de setembro de 2010
Reflexão dos Eixos I, II e III.
Nesta última postagem do mês, refleti sobre as interdisciplinas referente aos Eixos 1,2 e 3 e percebi que estas trouxeram subsídios que contribuíram para meus avanços que já obtive, no meu trabalho de conclusão de curso.
Acredito que as Interdisciplinas de Escola, Cultura e Sociedade, Infâncias, Psicologia I e Literatura Infantil e aprendizagem foram as que mais contribuíram teoricamente. Destaco principalmente esta última, pois como já destaquei nas postagens anteriores, aprendi sobre a história da poesia infantil, em sala de aula, que é importante conhecer e ler poemas à turma com a emoção verdadeira, organizando atividades criativas, lúdicas, interpretativas, expressivas, onde o diálogo deve se fazer presente (como estudei em ECS), envolvendo temas relacionados as curiosidades e partindo das realidades dos estudantes (como destaca a Interdisciplina de Psicologia I), etc. Fatos estes que procurei desempenhar na prática de estágio, com assuntos das poesias que despertassem o interesse dos alunos, neste caso, com o tema alimentação, que era de curiosidade da turma. Assim sendo, com o lúdico, a imaginação,... desperta o gosto pela leitura e o prazer para a escrita nos educandos.
Destaco também nesta postagem, e como foi lembrado na aula presencial no dia 16 de setembro, que nestes semestres (1,2 e 3) aprendemos a organizar nosso tempo, o qual atualmente está sendo fundamental, pois acredito que se não fosse essa organização, não teria chegado a elaboração de grande parte de meu TCC, como a justificativa, fundamentação teórica e iniciando a análise de minhas práticas com a poesia. Assim, pretendo continuar me organizando para concluir este trabalho.
Acredito que as Interdisciplinas de Escola, Cultura e Sociedade, Infâncias, Psicologia I e Literatura Infantil e aprendizagem foram as que mais contribuíram teoricamente. Destaco principalmente esta última, pois como já destaquei nas postagens anteriores, aprendi sobre a história da poesia infantil, em sala de aula, que é importante conhecer e ler poemas à turma com a emoção verdadeira, organizando atividades criativas, lúdicas, interpretativas, expressivas, onde o diálogo deve se fazer presente (como estudei em ECS), envolvendo temas relacionados as curiosidades e partindo das realidades dos estudantes (como destaca a Interdisciplina de Psicologia I), etc. Fatos estes que procurei desempenhar na prática de estágio, com assuntos das poesias que despertassem o interesse dos alunos, neste caso, com o tema alimentação, que era de curiosidade da turma. Assim sendo, com o lúdico, a imaginação,... desperta o gosto pela leitura e o prazer para a escrita nos educandos.
Destaco também nesta postagem, e como foi lembrado na aula presencial no dia 16 de setembro, que nestes semestres (1,2 e 3) aprendemos a organizar nosso tempo, o qual atualmente está sendo fundamental, pois acredito que se não fosse essa organização, não teria chegado a elaboração de grande parte de meu TCC, como a justificativa, fundamentação teórica e iniciando a análise de minhas práticas com a poesia. Assim, pretendo continuar me organizando para concluir este trabalho.
sexta-feira, 17 de setembro de 2010
Reflexões Eixo 3
Refletindo sobre as Interdisciplinas pertencentes ao Eixo 3, destaco Literatura Infantil e aprendizagem, onde aprendemos sobre Poesia (sua história, como trabalhar com ela em sala de aula, etc.) aos quais contribuíram muito para o meu estágio curricular efetivo em sala de aula e consequentemente para meu TCC sobre poesia.
Fanny Abramovich (1989) aborda no capítulo 5 “Poesia para crianças” do livro “Literatura Infantil: gostosuras e bobices” que o educador deve ter o hábito de conhecer e ler poemas para poder também transmitir interesses aos seus alunos, bem como escolher os livros de poesia para apresentá-los e em sua leitura, transmitir a turma uma “emoção verdadeira, o ritmo e a cadência pedidos... que faça pausas para que cada ouvinte possa cobrir – por si próprio - cada passagem, cada estrofe, cada mudança...” (p. 95), entrando no mundo do imaginário, do fantástico, da brincadeira, dando ainda a possibilidade de que junto ao autor, ele seja também autor daquele texto, reconhecendo-se no próprio poema, etc.
Conforme ocorreu em meu estágio, quando apresentei o livro “Poemas e comidinhas” da autora Roseana Murray aos alunos, através da capa, imaginaram sobre o que articulava o livro, após, li o primeiro poema “Sete cores” e a receita que o a acompanhava “Salada de arco-íris”, entre diálogos, percebi que eles ficaram fascinados pelo mesmo, desenvolvendo a imaginação, comentando sobre as cores do arco-íres, ainda citando que alguns não viam todas as cores, que este prato (da receita) iria ficar bem colorido, etc. ainda, foi sugerido por uma aluna que fizéssemos um bolo e foi realizado.
Portanto, estes estudos contribuíram para meu estágio, tendo assim evidências para abordar em meu trabalho de conclusão de curso.
Fanny Abramovich (1989) aborda no capítulo 5 “Poesia para crianças” do livro “Literatura Infantil: gostosuras e bobices” que o educador deve ter o hábito de conhecer e ler poemas para poder também transmitir interesses aos seus alunos, bem como escolher os livros de poesia para apresentá-los e em sua leitura, transmitir a turma uma “emoção verdadeira, o ritmo e a cadência pedidos... que faça pausas para que cada ouvinte possa cobrir – por si próprio - cada passagem, cada estrofe, cada mudança...” (p. 95), entrando no mundo do imaginário, do fantástico, da brincadeira, dando ainda a possibilidade de que junto ao autor, ele seja também autor daquele texto, reconhecendo-se no próprio poema, etc.
Conforme ocorreu em meu estágio, quando apresentei o livro “Poemas e comidinhas” da autora Roseana Murray aos alunos, através da capa, imaginaram sobre o que articulava o livro, após, li o primeiro poema “Sete cores” e a receita que o a acompanhava “Salada de arco-íris”, entre diálogos, percebi que eles ficaram fascinados pelo mesmo, desenvolvendo a imaginação, comentando sobre as cores do arco-íres, ainda citando que alguns não viam todas as cores, que este prato (da receita) iria ficar bem colorido, etc. ainda, foi sugerido por uma aluna que fizéssemos um bolo e foi realizado.
Portanto, estes estudos contribuíram para meu estágio, tendo assim evidências para abordar em meu trabalho de conclusão de curso.
sábado, 4 de setembro de 2010
Reflexões: Eixo I
Analisando as interdisciplinas pertencentes ao Eixo I, e refletindo sobre o tema de meu TCC, ou seja, a poesia na formação de leitores e escritores, destaco a Interdisciplina Projeto pedagógico e Currículo, que nos apresentou o texto “Formação de professor(as): Reflexões sobre os saberes e fazeres na escola” de Dóris Bolzan, onde destacou que é muito importante utilizarmos em nossa prática o diálogo, concluindo que este favorece a compreensão, condutas, mexe com as experiências e vivências. Da mesma forma, a Interdisciplina Escola, Cultura e Sociedade, nos relembrou o educador Paulo Freire, que também aborda essa essencialidade nas aulas, sendo um fonte fundamental na relação professo/alunos.
Neste sentido, este assunto tem relação ao tema de meu trabalho de conclusão de curso, pois ao trabalhar com a literatura poética, lendo um poema em voz alta, com a emoção que a poesia o desperta, por exemplo, irá promover entre a turma infinitos diálogos e interações, compartilhando suas opiniões, emoções, sentimentos, o jogo de palavras, explorando o som em que o poema nos trás, como sonoridade, rimas e ritmo.
Desta forma, na prática pedagógica, é muito importante abrirmos espaço a poesia. Como no poema “O bicho”, de Manoela Bandeira, que foi trabalhada em meu estágio, onde houve bastante diálogo entre a turma em relação à desigualdade social, além da presença da sensibilidade, emoções, etc. dos alunos. A poesia torna a criança à comunicação, fonte de saber, que questiona e transforma a realidade interior e exterior.
Neste sentido, este assunto tem relação ao tema de meu trabalho de conclusão de curso, pois ao trabalhar com a literatura poética, lendo um poema em voz alta, com a emoção que a poesia o desperta, por exemplo, irá promover entre a turma infinitos diálogos e interações, compartilhando suas opiniões, emoções, sentimentos, o jogo de palavras, explorando o som em que o poema nos trás, como sonoridade, rimas e ritmo.
Desta forma, na prática pedagógica, é muito importante abrirmos espaço a poesia. Como no poema “O bicho”, de Manoela Bandeira, que foi trabalhada em meu estágio, onde houve bastante diálogo entre a turma em relação à desigualdade social, além da presença da sensibilidade, emoções, etc. dos alunos. A poesia torna a criança à comunicação, fonte de saber, que questiona e transforma a realidade interior e exterior.
TCC... definindo tema e objetivos
A partir da aula presencial, dia 30 de agosto, com a conversa com a orientadora Carla, decidi enfocar meu TCC no tema Poesia. Assim, minha questão ficou da seguinte forma: “Como a poesia auxilia os alunos dos anos iniciais a se tornarem leitores e escritores?”
Tenho como objetivos de meu trabalho estabelecer a relação entre a motivação e o hábito da leitura poética; Analisar o papel das instituições família e escola enquanto motivadores do hábito da leitura; Reconhecer a essencialidade da poesia na prática pedagógica que a tornam um ato prazeroso; Identificar fatores que a contribuem para a formação de um leitor crítico; Analisar e compreender a interpretação e produção de poemas em sala de aula como uma forma importante de produção de leitura e escrita.
Diante deste, irei continuar meu Trabalho de conclusão de curso.
Tenho como objetivos de meu trabalho estabelecer a relação entre a motivação e o hábito da leitura poética; Analisar o papel das instituições família e escola enquanto motivadores do hábito da leitura; Reconhecer a essencialidade da poesia na prática pedagógica que a tornam um ato prazeroso; Identificar fatores que a contribuem para a formação de um leitor crítico; Analisar e compreender a interpretação e produção de poemas em sala de aula como uma forma importante de produção de leitura e escrita.
Diante deste, irei continuar meu Trabalho de conclusão de curso.
Assinar:
Postagens (Atom)