A partir dos estudos realizados em EJA até o momento, ou seja, leituras, discussões em fórum, aula presencial e atividades, fez com que eu ampliasse meus conhecimentos sobre a educação de jovens e adultos.
Neste sentido, acredito que na prática educativa, não podemos considerar este público como crianças, uma vez que ao longo da vida, vão se introduzindo no mundo da escrita e leitura enquanto sistema simbólico e tecnologia. Assim, não bastam estes alunos sentir a “necessidade” de alfabetizar-se ou continuar seus estudos, eles precisas sentir-se dentro da sala de aula, com suas especificidades e experiências.
Devemos fazer com que estes alunos sejam atraídos pela escola, trazendo o diálogo para a sala de aula, tendo o direito de opinar, formar questionamentos, apresentar sua visão do mundo, bem como valorizar seus conhecimentos prévios, já que trazem uma carga de conhecimentos e devemos criar condições para que estes se ampliem.
Da mesma forma, precisamos estar preparado para interagir com este público alvo, pois devemos levar em consideração e valorizar as diferentes práticas letradas, ou seja, mesmo não sendo alfabetizados, eles já sabem fazer o uso da leitura e escrita, como realizar pagamentos, participar e saber de regras esportivas, etc., além de pertencem a distintas comunidades com diferentes culturas, cada um com um modo de vida diferente.
Assim sendo, faz-se necessário que trabalhamos com diversos métodos e tempo no perfil do estudante de modo diferenciado, já que cada um se encontra em uma capacidade cognitiva.
Para isso, é importante trabalharmos com diferentes linguagens: teatro, cartazes, recortes, etc., para que possam expor sua realidade de vida e sua visão sobre o assunto de seu interesse ou o tema gerado na sala de aula, caso contrário, pode ocorrer a evasão escolar, já que o mesmo não é de seu interesse.
Com algo concreto, os indivíduos vão poder refletir, possibilitando com que vá à busca por novos conhecimentos e a partir dele, compreenderá mais criticamente a realidade em que está inserido, pois conhecendo o aluno vai entender a situação e em seguida vai poder questioná-la, entendendo que é capaz de transformar a sociedade.
Portanto, compreendi também o quanto é muito importante trabalhar a oralidade para a escrita com jovens e adultos, permitindo uma reinterpretação do assunto abordado, conhecendo o pensamento-linguagem referido à realidade do aluno, os níveis de percepções desta realidade, sua visão de mundo através de situações que sejam significativas ao contexto do educando.
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terça-feira, 3 de novembro de 2009
quarta-feira, 16 de setembro de 2009
Educação de Jovens e Adultos
Neste semestre estamos conhecendo um pouco mais sobre a Educação de Jovens e Adultos (EJA).
Antes de começar esta Interdisciplina, não havia parado para pensar quais eram as diferenças entre uma educação tradicional e uma Educação de Jovens e Adultos.
Nos estudos em que estamos realizando, pude entender e compreender essa diferença. Enquanto nós educadores preparamos os indivíduos para o mundo do trabalho, a experimentar a vida, na EJA os adultos já foram experimentados pela vida, como falou a professora Anézia Vieiro na primeira aula presencial.
As pessoas freqüentadoras da EJA possuem diferentes experiências de vida, são pessoas trabalhadoras, que não tiveram acesso a escolarização e nem domínio da língua escrita e leitura.
Acredito que ao trabalhar com este público alvo, nós docentes precisamos estar preparado para interagir com estes alunos através do diálogo, bem como trabalhar com diversos métodos e tempos no perfil do estudante de modo diferenciado, já que são pessoas trabalhadoras, que trazem sua realidade de vida a fim de aprimorar seus conhecimentos.
Acredito que esta Interdisciplina irá trazer muitos subsídios para novas aprendizagens em relação à EJA.
Antes de começar esta Interdisciplina, não havia parado para pensar quais eram as diferenças entre uma educação tradicional e uma Educação de Jovens e Adultos.
Nos estudos em que estamos realizando, pude entender e compreender essa diferença. Enquanto nós educadores preparamos os indivíduos para o mundo do trabalho, a experimentar a vida, na EJA os adultos já foram experimentados pela vida, como falou a professora Anézia Vieiro na primeira aula presencial.
As pessoas freqüentadoras da EJA possuem diferentes experiências de vida, são pessoas trabalhadoras, que não tiveram acesso a escolarização e nem domínio da língua escrita e leitura.
Acredito que ao trabalhar com este público alvo, nós docentes precisamos estar preparado para interagir com estes alunos através do diálogo, bem como trabalhar com diversos métodos e tempos no perfil do estudante de modo diferenciado, já que são pessoas trabalhadoras, que trazem sua realidade de vida a fim de aprimorar seus conhecimentos.
Acredito que esta Interdisciplina irá trazer muitos subsídios para novas aprendizagens em relação à EJA.
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