Esta semana iniciei meu estágio com a turma do 5ª ano.
No primeiro dia de aula, embora que já acompanhasse a turma, me deu um “friozinho na barriga”, mas a cada dia que passa, estou me familiarizando mais com os alunos.
Esta semana, procurei trazer atividades variadas e interativas, como entrevista, passeio, recortes, pintura, etc., onde pude perceber o envolvimento deles nos trabalhos e suas aprendizagens. Como por exemplo, na entrevista e no passeio, além de adquirir conhecimentos sobre a comunidade de Chapada dos Mesquitas, adquiriram também sobre valores de vida.
Assim, para perceber este processo, as reflexões diárias estão sendo muito importantes.
Estou gostando muito, e o tempo passa rápido, quando vejo já é hora do recreio e em seguida, já vai bater o sinal para ir embora!
domingo, 18 de abril de 2010
sexta-feira, 9 de abril de 2010
Em nossa segunda aula presencial de Seminário Integrador VIII realizada no dia 05 de abril de 2010, segunda-feira, recebemos mais orientações em relação ao estágio que se inicia efetivamente em sala de aula no dia 12 de abril.
Neste encontro, primeiramente conhecemos as supervisoras Carla e Márcia e algumas educadoras (colegas) que serão orientadas pelas mesmas, nos apresentamos, falamos brevemente sobre nossa escola e a turma em que vamos atuar. Do mesmo modo, dialogamos sobre nosso planejamento, o quanto é importante haver uma prática inovadora, trazendo a tecnologia (informática) e a interdisciplinaridade a sala de aula, itens estes que procurarei buscar a minha prática.
Nesta semana, comecei a planejar, darei continuidade ao projeto da escola “Resgatando Raízes”, a qual visa resgatar a história das localidades que fazem parte do nosso município Três Cachoeiras, levando os alunos a conhecer e valorizar as localidades em que moram, bem como de seus colegas e amigos e agindo como seres humanos críticos e transformadores da sociedade.
Neste sentido, nesta semana, realizarei com os alunos o passeio na comunidade de Chapada dos Mesquitas, a qual ficou definida por sorteio a ser pesquisada pela turma, entrevista com o morador da mesma (as perguntas já foram feitas anteriormente pelos alunos), cartazes com desenhos utilizando de tintas, recortes da rosa-dos-ventos, que será trabalhado sobre a orientação, etc.
Assim sendo, pretendo valorizar os trabalhos em grupos, desenvolver a criatividade, habilidades de pesquisa, etc., valorizando a construção do conhecimento.
Neste encontro, primeiramente conhecemos as supervisoras Carla e Márcia e algumas educadoras (colegas) que serão orientadas pelas mesmas, nos apresentamos, falamos brevemente sobre nossa escola e a turma em que vamos atuar. Do mesmo modo, dialogamos sobre nosso planejamento, o quanto é importante haver uma prática inovadora, trazendo a tecnologia (informática) e a interdisciplinaridade a sala de aula, itens estes que procurarei buscar a minha prática.
Nesta semana, comecei a planejar, darei continuidade ao projeto da escola “Resgatando Raízes”, a qual visa resgatar a história das localidades que fazem parte do nosso município Três Cachoeiras, levando os alunos a conhecer e valorizar as localidades em que moram, bem como de seus colegas e amigos e agindo como seres humanos críticos e transformadores da sociedade.
Neste sentido, nesta semana, realizarei com os alunos o passeio na comunidade de Chapada dos Mesquitas, a qual ficou definida por sorteio a ser pesquisada pela turma, entrevista com o morador da mesma (as perguntas já foram feitas anteriormente pelos alunos), cartazes com desenhos utilizando de tintas, recortes da rosa-dos-ventos, que será trabalhado sobre a orientação, etc.
Assim sendo, pretendo valorizar os trabalhos em grupos, desenvolver a criatividade, habilidades de pesquisa, etc., valorizando a construção do conhecimento.
sábado, 3 de abril de 2010
Estágio
Nesta semana realizei a atividade proposta pela Interdisciplina Seminário integrador VIII, onde apresentei a escola em que realizarei meu estágio. Do mesmo modo, a turma e a arquitetura pedagógica pensada para o mesmo.
A Escola Municipal de Ensino Fundamental Fernando Ferrari fica localizada na localizada na localidade de Vila Fernando Ferrari, no município de Três Cachoeiras. Considera-se uma escola pólo por atender alunos da comunidade (Vila Fernando Ferrari) e comunidades vizinhas: Chapada dos Mesquitas, Chapada do Alegrete, Mesquitas, Caravágio e Alegrete.
Atualmente, a escola atende 194 alunos e há 20 professores.
Em relação à turma do 5º ano, a qual realizarei meu estágio no turno da tarde, é composta de 15 alunos, sendo 9 meninas e 6 meninos, onde 2 são repetentes da 4ª série.
Em sala de aula os alunos demonstram-se calmos, carinhosos, participativos e criativos nas atividades realizadas. Há alguns alunos que possuem dificuldades em português e matemática. Estes participam de aula de reforço uma vez por semana em turno inverso.
No meu estágio efetivo em sala de aula, darei continuidade ao Projeto da Escola “Resgatando Raízes” que está que está sendo iniciado em sala de aula pela professora titular.
Neste processo, procurarei desenvolver uma proposta que seja prazerosa, interativa, fazendo da sala de aula um lugar onde um aprende com o outro e juntos construiremos conhecimentos, ampliando a visão do mundo, etc., partindo da realidade e experiências dos alunos, utilizando de diversas estratégias e atividades como: pesquisas, textos, explosão de idéias (debates), sugestões, realização de passeios, construção de maquetes, cartazes, álbum seriado, etc. bem como a utilização da tecnologia.
Assim, estarei rompendo com as formas tradicionais de trabalho, ou seja, a memorização e sim preparando as novas gerações para conviver, partilhar e cooperar na sociedade, e para isso devemos fazer com que a sala de aula seja um espaço aberto à reflexão, analise e prática, bem como que seja atraente e convidativa aos educandos.
A Escola Municipal de Ensino Fundamental Fernando Ferrari fica localizada na localizada na localidade de Vila Fernando Ferrari, no município de Três Cachoeiras. Considera-se uma escola pólo por atender alunos da comunidade (Vila Fernando Ferrari) e comunidades vizinhas: Chapada dos Mesquitas, Chapada do Alegrete, Mesquitas, Caravágio e Alegrete.
Atualmente, a escola atende 194 alunos e há 20 professores.
Em relação à turma do 5º ano, a qual realizarei meu estágio no turno da tarde, é composta de 15 alunos, sendo 9 meninas e 6 meninos, onde 2 são repetentes da 4ª série.
Em sala de aula os alunos demonstram-se calmos, carinhosos, participativos e criativos nas atividades realizadas. Há alguns alunos que possuem dificuldades em português e matemática. Estes participam de aula de reforço uma vez por semana em turno inverso.
No meu estágio efetivo em sala de aula, darei continuidade ao Projeto da Escola “Resgatando Raízes” que está que está sendo iniciado em sala de aula pela professora titular.
Neste processo, procurarei desenvolver uma proposta que seja prazerosa, interativa, fazendo da sala de aula um lugar onde um aprende com o outro e juntos construiremos conhecimentos, ampliando a visão do mundo, etc., partindo da realidade e experiências dos alunos, utilizando de diversas estratégias e atividades como: pesquisas, textos, explosão de idéias (debates), sugestões, realização de passeios, construção de maquetes, cartazes, álbum seriado, etc. bem como a utilização da tecnologia.
Assim, estarei rompendo com as formas tradicionais de trabalho, ou seja, a memorização e sim preparando as novas gerações para conviver, partilhar e cooperar na sociedade, e para isso devemos fazer com que a sala de aula seja um espaço aberto à reflexão, analise e prática, bem como que seja atraente e convidativa aos educandos.
sexta-feira, 26 de março de 2010
No dia 22 de março de 2010 (segunda-feira), tivemos nossa primeira aula presencial de Seminário Integrador VIII para receber orientações e tirar dúvidas referentes ao estágio.
Nesta, foi destacada que devemos atuar nove semanas com 20 horas em efetivo exercício em sala de aula, dentre outros assuntos.
Realizarei meu estágio com o 5º ano da Escola Municipal de Ensino Fundamental Fernando Ferrari, onde pedi uma turma emprestada da professora titular, pois não estou atuando em sala de aula.
Também foi solicitado que criássemos um Pbwork individual para o estágio, a qual conterá meus dados de identificação, da escola, da turma, demais informações e principalmente meu registro diário das aulas.
Para visualizar meu Pbwork (em construção), o link encontra-se abaixo:
http://tanaraestagio.pbworks.com
Nesta, foi destacada que devemos atuar nove semanas com 20 horas em efetivo exercício em sala de aula, dentre outros assuntos.
Realizarei meu estágio com o 5º ano da Escola Municipal de Ensino Fundamental Fernando Ferrari, onde pedi uma turma emprestada da professora titular, pois não estou atuando em sala de aula.
Também foi solicitado que criássemos um Pbwork individual para o estágio, a qual conterá meus dados de identificação, da escola, da turma, demais informações e principalmente meu registro diário das aulas.
Para visualizar meu Pbwork (em construção), o link encontra-se abaixo:
http://tanaraestagio.pbworks.com
segunda-feira, 23 de novembro de 2009
Reflexões sobre a Prática Pedagógica
Através dos estudos que as Interdisciplinas estão nos proporcionando neste semestre, pude perceber alguns elementos fundamentais para nosso estágio que se aproxima no próximo ano, ou seja, para nossa prática pedagógica.
Neste sentido, é fundamental a presença do diálogo entre os alunos e professores, conhecendo qual é o interesse do grupo/turma para avançar nos conteúdos a partir dos seus saberes, ou seja, seus conhecimentos prévios e experiências, seja alunos de EJA, educação infantil ou séries iniciais.
Desta forma, o planejamento deve ser flexível, com intencionalidade, onde os alunos aprendam não apenas a fazer e sim pensar, questionar, decidir, arriscando propostas e alternativas contextualizadas e articuladas.
Do mesmo modo, o trabalho colaborativo também deve se fazer presente, valorizando-o, bem como respeitar as individualidades de cada um, já que cada um apresenta uma realidade diferente.
Estes são alguns princípios essenciais dentre diversos existente na prática, desenvolvendo cidadãos autônimos, participativos, sendo capazes de transformar a sociedade.
Neste sentido, é fundamental a presença do diálogo entre os alunos e professores, conhecendo qual é o interesse do grupo/turma para avançar nos conteúdos a partir dos seus saberes, ou seja, seus conhecimentos prévios e experiências, seja alunos de EJA, educação infantil ou séries iniciais.
Desta forma, o planejamento deve ser flexível, com intencionalidade, onde os alunos aprendam não apenas a fazer e sim pensar, questionar, decidir, arriscando propostas e alternativas contextualizadas e articuladas.
Do mesmo modo, o trabalho colaborativo também deve se fazer presente, valorizando-o, bem como respeitar as individualidades de cada um, já que cada um apresenta uma realidade diferente.
Estes são alguns princípios essenciais dentre diversos existente na prática, desenvolvendo cidadãos autônimos, participativos, sendo capazes de transformar a sociedade.
quinta-feira, 5 de novembro de 2009
Temas geradores
Neste semestre, a Interdisciplina de Didática está nos destacando à importância de temas geradores na prática pedagógica, assim pude confirmar e compreender melhor sobre o mesmo.
Para desenvolver este trabalho na sala de aula, é fundamental a presença do diálogo entre a turma e os alunos terem o direito de opinar, formar questionamentos, refletir, apresentar sua visão de mundo, indo à busca pelo aprendizado.
Neste processo de interação, um aprende com o outro, seja o professor e aluno ou entre colegas, pois mesmo sendo alfabetizado ou não, o indivíduo chega à escola com uma cultura que não é pior ou melhor que a do educador e que deve ser valorizada.
Através dessas discussões, irá permitir que a turma aborde uma situação que é de interesse geral, chegando assim ao tema gerador, que será significativo a ele, construindo sua visão crítica sobre o mesmo.
Ao chegar neste assunto concreto, irá possibilitar que o educando vá à busca por novos conhecimentos e que a partir dele, irá compreender mais criticamente a realidade em que está inserido, pois conhecendo o aluno vai entender a situação e em seguida vai poder questioná-la, entendendo que é capaz de transformar a sociedade.
Portanto, é muito importante trabalhar com temas geradores, pois assim conhecemos o pensamento-linguagem referido à realidade do aluno, os níveis de percepções desta realidade, sua visão de mundo, e situações que sejam significativas ao contexto do educando.
Para desenvolver este trabalho na sala de aula, é fundamental a presença do diálogo entre a turma e os alunos terem o direito de opinar, formar questionamentos, refletir, apresentar sua visão de mundo, indo à busca pelo aprendizado.
Neste processo de interação, um aprende com o outro, seja o professor e aluno ou entre colegas, pois mesmo sendo alfabetizado ou não, o indivíduo chega à escola com uma cultura que não é pior ou melhor que a do educador e que deve ser valorizada.
Através dessas discussões, irá permitir que a turma aborde uma situação que é de interesse geral, chegando assim ao tema gerador, que será significativo a ele, construindo sua visão crítica sobre o mesmo.
Ao chegar neste assunto concreto, irá possibilitar que o educando vá à busca por novos conhecimentos e que a partir dele, irá compreender mais criticamente a realidade em que está inserido, pois conhecendo o aluno vai entender a situação e em seguida vai poder questioná-la, entendendo que é capaz de transformar a sociedade.
Portanto, é muito importante trabalhar com temas geradores, pois assim conhecemos o pensamento-linguagem referido à realidade do aluno, os níveis de percepções desta realidade, sua visão de mundo, e situações que sejam significativas ao contexto do educando.
terça-feira, 3 de novembro de 2009
EJA
A partir dos estudos realizados em EJA até o momento, ou seja, leituras, discussões em fórum, aula presencial e atividades, fez com que eu ampliasse meus conhecimentos sobre a educação de jovens e adultos.
Neste sentido, acredito que na prática educativa, não podemos considerar este público como crianças, uma vez que ao longo da vida, vão se introduzindo no mundo da escrita e leitura enquanto sistema simbólico e tecnologia. Assim, não bastam estes alunos sentir a “necessidade” de alfabetizar-se ou continuar seus estudos, eles precisas sentir-se dentro da sala de aula, com suas especificidades e experiências.
Devemos fazer com que estes alunos sejam atraídos pela escola, trazendo o diálogo para a sala de aula, tendo o direito de opinar, formar questionamentos, apresentar sua visão do mundo, bem como valorizar seus conhecimentos prévios, já que trazem uma carga de conhecimentos e devemos criar condições para que estes se ampliem.
Da mesma forma, precisamos estar preparado para interagir com este público alvo, pois devemos levar em consideração e valorizar as diferentes práticas letradas, ou seja, mesmo não sendo alfabetizados, eles já sabem fazer o uso da leitura e escrita, como realizar pagamentos, participar e saber de regras esportivas, etc., além de pertencem a distintas comunidades com diferentes culturas, cada um com um modo de vida diferente.
Assim sendo, faz-se necessário que trabalhamos com diversos métodos e tempo no perfil do estudante de modo diferenciado, já que cada um se encontra em uma capacidade cognitiva.
Para isso, é importante trabalharmos com diferentes linguagens: teatro, cartazes, recortes, etc., para que possam expor sua realidade de vida e sua visão sobre o assunto de seu interesse ou o tema gerado na sala de aula, caso contrário, pode ocorrer a evasão escolar, já que o mesmo não é de seu interesse.
Com algo concreto, os indivíduos vão poder refletir, possibilitando com que vá à busca por novos conhecimentos e a partir dele, compreenderá mais criticamente a realidade em que está inserido, pois conhecendo o aluno vai entender a situação e em seguida vai poder questioná-la, entendendo que é capaz de transformar a sociedade.
Portanto, compreendi também o quanto é muito importante trabalhar a oralidade para a escrita com jovens e adultos, permitindo uma reinterpretação do assunto abordado, conhecendo o pensamento-linguagem referido à realidade do aluno, os níveis de percepções desta realidade, sua visão de mundo através de situações que sejam significativas ao contexto do educando.
Neste sentido, acredito que na prática educativa, não podemos considerar este público como crianças, uma vez que ao longo da vida, vão se introduzindo no mundo da escrita e leitura enquanto sistema simbólico e tecnologia. Assim, não bastam estes alunos sentir a “necessidade” de alfabetizar-se ou continuar seus estudos, eles precisas sentir-se dentro da sala de aula, com suas especificidades e experiências.
Devemos fazer com que estes alunos sejam atraídos pela escola, trazendo o diálogo para a sala de aula, tendo o direito de opinar, formar questionamentos, apresentar sua visão do mundo, bem como valorizar seus conhecimentos prévios, já que trazem uma carga de conhecimentos e devemos criar condições para que estes se ampliem.
Da mesma forma, precisamos estar preparado para interagir com este público alvo, pois devemos levar em consideração e valorizar as diferentes práticas letradas, ou seja, mesmo não sendo alfabetizados, eles já sabem fazer o uso da leitura e escrita, como realizar pagamentos, participar e saber de regras esportivas, etc., além de pertencem a distintas comunidades com diferentes culturas, cada um com um modo de vida diferente.
Assim sendo, faz-se necessário que trabalhamos com diversos métodos e tempo no perfil do estudante de modo diferenciado, já que cada um se encontra em uma capacidade cognitiva.
Para isso, é importante trabalharmos com diferentes linguagens: teatro, cartazes, recortes, etc., para que possam expor sua realidade de vida e sua visão sobre o assunto de seu interesse ou o tema gerado na sala de aula, caso contrário, pode ocorrer a evasão escolar, já que o mesmo não é de seu interesse.
Com algo concreto, os indivíduos vão poder refletir, possibilitando com que vá à busca por novos conhecimentos e a partir dele, compreenderá mais criticamente a realidade em que está inserido, pois conhecendo o aluno vai entender a situação e em seguida vai poder questioná-la, entendendo que é capaz de transformar a sociedade.
Portanto, compreendi também o quanto é muito importante trabalhar a oralidade para a escrita com jovens e adultos, permitindo uma reinterpretação do assunto abordado, conhecendo o pensamento-linguagem referido à realidade do aluno, os níveis de percepções desta realidade, sua visão de mundo através de situações que sejam significativas ao contexto do educando.
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