segunda-feira, 19 de novembro de 2007
Música
O mercado fonográfico é quem define estas preferências em um determinado tempo na vida das pessoas. Deste modo, sendo que “alguém” paga certa quantia em dinheiro para tocar as músicas repetitivamente nas rádios, TV..., definindo-as, fazendo assim com que acreditamos que seja o sucesso do momento e vamos até a loja de CDs para adquiri-lo, sendo muitas vezes o que não queremos ouvir.
Felizes os que estudam música e acabam fugindo dessa regra.
Nós educadores devemos fazer nossa parte, incentivando os alunos além de apresentá-los uma música que gostem verdadeiramente de escutar. Assim sendo, dentro da sala de aula devemos trabalhar essas questões que foram abordadas pelo texto através de debates, diálogos entre a turma, confecções de cartazes, etc. para que os mesmos possam ter conhecimento sobre o assunto, podendo assim escolher o que realmente gostem de ouvir, cantar, não deixando-se influenciar pelo mercado fonográfico.
É muito importante que o professor aproveite a facilidade que o aluno tem de decorar, ter a música que está em sucesso na ponta da língua e trabalhar a letra dela ou também as canções de rodas, que trazem um conteúdo riquíssimo sobre a imaginação além de promover a integração da turma de uma maneira bacana.
domingo, 11 de novembro de 2007
Artes
Vimos também à presença da mídia através de propagandas, capas de revistas e jornais.
A arte é muito importante na escola e em todos os lugares, pois através dela pode-se desenvolver no indivíduo a criatividade, estimular a inteligência, a expressividade, a imaginação...
Há varias formas de trabalharmos com a arte com nossos alunos, uma destas é fazer relações a partir da realidade dos mesmos, como a utilização de materiais reciclados, trazidos pelos alunos (garrafas pet, tampinhas, potes, caixas de fósforos...), estes podendo ser utilizados para a confecção de brinquedos como carrinhos, caminhões, bonecas, dentre outros. Sendo de acordo com a imaginação e criatividade de cada um. Assim também como a utilização de figuras que são encontradas em revistas, livros, etc.
Portanto, a Arte está presente em nosso ser, nossa vida, em nosso cotidiano, na escola, Bienal, galerias, ruas, feiras, internet, ou seja, todos os lugares são espaços de arte.
Literatura
Pude perceber que os contos de fada são vivenciados pelas crianças como maravilhas; desta maneira, as crianças sentem-se compreendidas bem no fundo de seus sentimentos, esperanças e ansiedades.
Os contos vão ao encontro psicológico e emocional dos seres: falam de sentimentos, dificuldades da vida, como: rejeição, abandono, rivalidade, morte, envelhecimento, outros.
Os personagens dos contos de fadas caracterizam todos estes sentimentos; os monstros e as bruxas personificam os temores e incapacidades que temos que lutar; os animais solícitos e as fadas as incapacidades e possibilidades ainda desconhecidas que, determinadas soluções podemos obter.
Portanto, a história torna-se visível que o fim da história é satisfatório para a criança, pois depois das lutas e inquietações; vem a satisfação.
sexta-feira, 2 de novembro de 2007
Ludicidade
Após a realização das atividades de Ludicidade e Educação e assistir o vídeo com a professora Tânia Fortuna, pude refletir e compreender sobre o que é realmente brincadeira e jogo, pois estes são lúdicos somente quando o indivíduo sente prazer ao vivenciá-lo e concretizá-lo estes, caso contrário, esses atos, não será lúdico e sim uma solicitação do outro.
Assim sendo, percebi que é essencial deixarmos as crianças brincarem livremente, quando sentir vontade e sem estar mandando.
Já que o ser lúdico varia de pessoa para pessoa, pois o que pode ser lúdico para mim, pode não ser para outra pessoa.
Acredito também que o brincar não termina quando a infância acaba, ele se “espalha”, pois é possível brincar consigo mesmo, com as outras pessoas, com o trabalho, quando relembramos nossas brincadeiras vivenciadas na infância...permanecendo assim ao longo da vida do ser humano em muitos momentos.
Teatro
Na atividade proposta pela Interdisciplina, a qual era construir um Inventário Criativo, pude concluir meus objetivos nesta atividade. Estes, desenvolver a criatividade, a espontaneidade, o envolvimento dos alunos nas atividades, expressão corporal através de um jogo dramático proposto por meio de um encontro cooperativo, dinâmico que podemos executar com o corpo, ou seja, a expressão corporal por meio de um jogo dramático.
Assim sendo, as crianças demonstraram muito interesse pelas atividades realizadas (Caminho pelo espaço,Caixa surpresa e Álbum de fotos), sabendo trabalhar em grupo, pois essa situação se concretiza diariamente em sala de aula, pude ver o sorriso no rosto de cada criança, utilizaram a Improvisação, que no Teatro é muito importante, como forma de propor a experiência da expressão cênica, formando assim um personagem ou uma situação que representava “concretamente” uma cena do jogo dramático.
Neste jogo dramático foi destacada a importância entre o palco e platéia, o quanto é essencial possuírem uma boa desenvoltura para que a platéia ou seja, os colegas consigam realmente compreender a mensagem que está sendo transmitida.
Portanto, na arte teatral, um simples ato de olhar, no andar e no agir transmitem mensagens e se constroem significados.
O Teatro vai muito além da dramatização, englobando também o imaginar, a atenção, desprendimento e diversos estímulos que no concreto não se vê, não se sente, mas se compreende pela forma teatral.
segunda-feira, 29 de outubro de 2007
Evidência e Argumentação
Após assistir o filme “12 homens e Uma Sentença”, achei a história muito interessante, pois através dele podemos observar claramente as diferenças entra evidência e argumentação:
EVIDÊNCIA é algo que parece ser verdade em um primeiro momento, mas quando questionada, pode surgir outras hipóteses, tornando a primeira evidência questionável, ou seja, a evidência é um fato, acontecimento, objeto que pode servir para provar aquela linha de raciocínio e o ARGUMENTO é essa linha de raciocínio para defender ou questionar algo.
Assim sendo, como no filme, onde 12 jurados estavam reunidos em uma sala para decidir uma sentença, esta, que o rapaz seria culpado ou inocente pelo assassinato de seu pai. No primeiro momento, 11 jurados acreditavam nas evidências propostas no tribunal (que o réu seria culpado), enquanto somente um jurado (que acreditava que poderia ser inocente) propôs uma nova argumentação, a fim de que todos refletissem e mudassem de opinião/posicionamento, concluindo que o réu era inocente do crime.
Posso citar um exemplo, o de usarem a faca na noite do crime como evidência, a qual seria de difícil acesso à compra, mas foi argumentado por um dos jurados, que era realmente de difícil acesso naquela cidade, porém não impossível de adquirir uma semelhante, pois havia comprado uma igual de um vendedor de rua ali perto.
Deste modo, pode observar que é muito importante a argumentação, fazendo assim a reflexão, questionamento, a dialogar sobre o fato, acontecimento, e podendo até modificar nosso pensamento e dos outros, sobre algo que até então parecia correto, ou seja, é essencial fazermos uma boa análise das evidências.
Portanto, ao estudar esta temática, posso relacionar com minha prática, obtendo uma nova visão sobre evidência e argumentação.
Música

Assim sendo, damos tons de voz em muitas expressões, como por exemplo: “hum”, “ufa”, “ui”, “piss”, “ai”, dentre outras, formando pequenas melodias, cada um com seu tom, sendo de alívio, susto, pensativos, admirados....
Portanto, a música desempenha um grande papel em várias funções vitais, tanto de alegrar, consolar, ensinar, divertir, despertar lembranças, etc. como desenvolver o ensino aprendizagem de nossos alunos e que as pessoas também libertem suas fantasias e a imaginação.
Atualmente quando escuto a música “Dias melhores”, de Jota Quest, lembro de quando fomos e cantamos essa música na festa do PEAD na UFRGS.


