Ao analisar meu Plano Individual de estudos, realizado no início deste ano, constatei que meus objetivos foram alcançados no fim do semestre anterior, porém, neste V semestre, pude aprimorá-los e obter novas aprendizseguranças as ferramentas tecnológicas (pbwiki, blog...), acredito que estes o manuseio com tranqüilidade sem medo de estragar algo já realizado.
Neste semestre, o desafio tecnológico apresentado pela Interdisciplina Seminário Integrador V era com a ferramenta CmapTools, a qual pretende a criação de mapas conceituais, trabalhando com conceitos. Nesta ferramenta apresentada, sinto-me familiarizada, pois consigo realizar mapas conceituais bem como salvá-los em diferentes arquivos sem dificuldades em manuseá-los.
Além deste, outro objetivo era de adquirir novos conhecimentos e aprendizagens durante o semestre do curso. Este, também foi alcançado novamente nesta etapa, pois pude concluir que obtive muitos conhecimentos referentes à escola, ou seja, sua organização, seu espaço de convivência, desafios da relação professor-aluno, bem como um espaço de aprendizagens, descobertas e inovações entre aluno e professor, dentre outros.
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segunda-feira, 1 de dezembro de 2008
Projeto de Aprendizagens
Após receber o comentário da professora Nádie sobre a versão de nosso projeto de aprendizagem de SI, o grupo observou que a pergunta central: "Há pessoas que comem excessivamente e não engordam? Por quê?" não estava bem focalizada ao assunto que gostaríamos destacar, já que a palavra excessivamente possui diversos sentidos.
Desta forma, redefinimo-la, ficando o seguinte: “Há pessoas que comem mais calorias que seu organismo necessita e não engordam? Por quê?”. Posteriormente revisamos as dúvidas e certezas em relação à pergunta central.
Cada integrante pesquisou sobre o tema e desenvolvemos nossa pesquisa com os materiais encontrados.
Desta forma, ela ainda encontra se em andamento, estamos encontrando diversos materiais sobre o assunto: comer e não engordar. Estamos cada vez mais motivados ao projeto buscando informações que possam colaborar na resposta de nossa questão.
Desta forma, redefinimo-la, ficando o seguinte: “Há pessoas que comem mais calorias que seu organismo necessita e não engordam? Por quê?”. Posteriormente revisamos as dúvidas e certezas em relação à pergunta central.
Cada integrante pesquisou sobre o tema e desenvolvemos nossa pesquisa com os materiais encontrados.
Desta forma, ela ainda encontra se em andamento, estamos encontrando diversos materiais sobre o assunto: comer e não engordar. Estamos cada vez mais motivados ao projeto buscando informações que possam colaborar na resposta de nossa questão.
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quinta-feira, 20 de novembro de 2008
Gestão democrática escolar
A partir das leituras dos textos e atividades propostas pela Interdisciplina Organização do Ensino Fundamental percebi que alguns elementos são fundamentais para a existência da gestão democrática escolar.
Dentre estas, é essencial a participação efetiva de toda a comunidade escolar (pais, professores, funcionários, alunos) nas decisões da escola para poderem opinar, concordar, discordar e todos chegarem a uma conclusão, bem como o respeito à opinião do próximo, pois muitas vezes não é fácil conciliar suas idéias.
Para que essa participação realmente ocorra é necessário que a escola abra espaço para a sociedade, para todos participarem, como por exemplo, na construção do Projeto Político Pedagógico e Regimento Escolar, aonde debatem, discutem e estabelecem as concepções de currículo, de avaliação, da sociedade escolar e dentre outros diversos setores em que a escola deve se organizar e seguir.
Do mesmo modo, outro princípio básico de uma gestão democrática é a transparência na prestação de contas, bem como nos atos administrativos, possibilitando que todos fiquem sabendo da realidade escolar, ou seja, que os envolvidos verifiquem se realmente está ocorrendo essa transparência financeira na prática, dando sugestões sobre o destino das verbas da instituição.
Acredito que a democracia deve começar na própria sala de aula, ouvindo os alunos em suas opiniões e idéias, para que possam obter o exemplo e segui-la.
Estes processos ainda é um caminho a ser percorrido, a maioria das escolas está em processo de transformação, na luta de uma melhor qualidade a todos e não devemos desistir, para construirmos uma escola diferente e percebendo a mudança ocorrida na prática.
Portanto, é necessário a escola abrir as portas para que todos os envolvidos (sociedade) possam realmente participar com a instituição e decidirem sobre a organização e funcionamento do espaço escolar em que estão inseridos, podendo praticar a gestão democrática.
Como citou a professora Lisete Aleraro (Professora da FEUSP) no Vídeo “Um salto para o futuro” que “não se construirá uma escola brasileira de qualidade sem participação”.
Dentre estas, é essencial a participação efetiva de toda a comunidade escolar (pais, professores, funcionários, alunos) nas decisões da escola para poderem opinar, concordar, discordar e todos chegarem a uma conclusão, bem como o respeito à opinião do próximo, pois muitas vezes não é fácil conciliar suas idéias.
Para que essa participação realmente ocorra é necessário que a escola abra espaço para a sociedade, para todos participarem, como por exemplo, na construção do Projeto Político Pedagógico e Regimento Escolar, aonde debatem, discutem e estabelecem as concepções de currículo, de avaliação, da sociedade escolar e dentre outros diversos setores em que a escola deve se organizar e seguir.
Do mesmo modo, outro princípio básico de uma gestão democrática é a transparência na prestação de contas, bem como nos atos administrativos, possibilitando que todos fiquem sabendo da realidade escolar, ou seja, que os envolvidos verifiquem se realmente está ocorrendo essa transparência financeira na prática, dando sugestões sobre o destino das verbas da instituição.
Acredito que a democracia deve começar na própria sala de aula, ouvindo os alunos em suas opiniões e idéias, para que possam obter o exemplo e segui-la.
Estes processos ainda é um caminho a ser percorrido, a maioria das escolas está em processo de transformação, na luta de uma melhor qualidade a todos e não devemos desistir, para construirmos uma escola diferente e percebendo a mudança ocorrida na prática.
Portanto, é necessário a escola abrir as portas para que todos os envolvidos (sociedade) possam realmente participar com a instituição e decidirem sobre a organização e funcionamento do espaço escolar em que estão inseridos, podendo praticar a gestão democrática.
Como citou a professora Lisete Aleraro (Professora da FEUSP) no Vídeo “Um salto para o futuro” que “não se construirá uma escola brasileira de qualidade sem participação”.
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terça-feira, 4 de novembro de 2008
PPP e Regimento Escolar
A partir dos estudos realizados pela Interdisciplina de Organização do Ensino Fundamental, pude perceber que para a construção de uma escola democrática é necessário abrirmos espaço a dois instrumentos: Projeto Político Pedagógico e Regimento escolar.
O PPP define-se como um documento contendo regras institucionais com que a mesma irá se organizar. É construído pela comunidade escolar, as quais debatem, discutem e estabelecem as concepções de currículo, de avaliação, da sociedade escolar e outras, com o objetivo de criarem referências e diretrizes próprias para a prática que se pretende implantar.
Já o Regimento Escolar é um documento administrativo e normativo de uma instituição, ou seja, que contém em normas específicas, com registros gerais dos procedimentos, funções, atribuições e composições dos diversos setores em que a escola deve se organizar e seguir. Este é originado pelo PPP.
Neste processo de reflexões, constatei que eles devem caminhar juntos, pois suas relações (desejos e regras) têm valores simbólicos à instituição escolar, onde um orientará as práticas escolares, oficializando as idéias contidas no desejo teórico.
Do mesmo modo, para haver uma escola democrática é necessário haver a participação de toda a comunidade escolar (pais, professores, alunos, funcionários...) e que a mesma abra espaço para poderem opinar, decidir e estabelecer suas concepções e até as execuções do Regimento e PPP da escola.
Igualmente é preciso que haja transparência na prestação de contas, bem como em todos os atos administrativos, possibilitando que todos fiquem sabendo da realidade escolar.
Portanto, o Projeto Político Pedagógico e o Regimento Escolar estão interligados e são aportes para uma escola democrática, onde na prática formará alunos críticos, autônomos, que pensem por si próprio, que contribuem para uma sociedade igualitária e de transformá-la.
O PPP define-se como um documento contendo regras institucionais com que a mesma irá se organizar. É construído pela comunidade escolar, as quais debatem, discutem e estabelecem as concepções de currículo, de avaliação, da sociedade escolar e outras, com o objetivo de criarem referências e diretrizes próprias para a prática que se pretende implantar.
Já o Regimento Escolar é um documento administrativo e normativo de uma instituição, ou seja, que contém em normas específicas, com registros gerais dos procedimentos, funções, atribuições e composições dos diversos setores em que a escola deve se organizar e seguir. Este é originado pelo PPP.
Neste processo de reflexões, constatei que eles devem caminhar juntos, pois suas relações (desejos e regras) têm valores simbólicos à instituição escolar, onde um orientará as práticas escolares, oficializando as idéias contidas no desejo teórico.
Do mesmo modo, para haver uma escola democrática é necessário haver a participação de toda a comunidade escolar (pais, professores, alunos, funcionários...) e que a mesma abra espaço para poderem opinar, decidir e estabelecer suas concepções e até as execuções do Regimento e PPP da escola.
Igualmente é preciso que haja transparência na prestação de contas, bem como em todos os atos administrativos, possibilitando que todos fiquem sabendo da realidade escolar.
Portanto, o Projeto Político Pedagógico e o Regimento Escolar estão interligados e são aportes para uma escola democrática, onde na prática formará alunos críticos, autônomos, que pensem por si próprio, que contribuem para uma sociedade igualitária e de transformá-la.
domingo, 19 de outubro de 2008
Marx e Meszáros
Após realizar a leitura dos textos “Educação da classe trabalhadora: Marx contra os pedagogos marxistas” do autor Tarso Mazzoti e “A educação para além da Capital” de Istavan Mészáros, pude refletir e compreender melhor sobre a educação e a sociedade brasileira através das teorias de Marx e Meszáros, onde nos mostram que o mundo está ligado ao capitalismo.
Karl Marx realiza investigações sobre o modo de produção capitalista e as condições para superá-lo, com rumo de obter uma sociedade sem classe e na qual a propriedade privada seja extinta. Essa idéia implica relações sociais e globais, rompendo com os instrumentos da dominação da burguesia.
Deste modo, para haver uma nova sociedade, era necessário uma revolução e conscientização da classe trabalhadora e todos os homens recuperassem seu pleno desenvolvimento intelectual, físico e técnico. Assim, a educação passa a ter importância no pensamente marxista.
O filósofo nos relata que precisamos “arrancar a educação da influência da classe dominante do modo burguês de ver o mundo, se não quisermos que as crianças sejam transformadoras em simples objetos de comércios, em simples instrumentos de trabalho”. Concordo com sua afirmação, pois a educação tinha mesmo a finalidade de preparar os indivíduos para atender as maiores necessidades da camada dominante.
Neste sentido, acredito que ainda percebemos a existência dessa tal finalidade na área educacional, pois muitos professores ainda seguem o modelo de ensino tradicional, onde os alunos são ensinados a não questionarem e nem tão pouco a pensarem por si próprios.
A escola é vista como um instrumento para impor a ideologia capitalista propagando uma visão do mundo acrítica e passiva para que se aceite a exploração do proletariado como algo natural e que sempre existiu e existirá.
Portanto, acredito que devemos reverter esse quadro através da educação e conscientização e luta de classes para ai sim transformar a sociedade. Desta maneira, devemos sempre repensar em nossas práticas pedagógicas, sobre nossas ações a fim de formar alunos autônomos, que pensem por si próprios, que contribuem para uma sociedade igualitária e não pessoas habituados a pensar como a camada mais poderosa deseja.
Karl Marx realiza investigações sobre o modo de produção capitalista e as condições para superá-lo, com rumo de obter uma sociedade sem classe e na qual a propriedade privada seja extinta. Essa idéia implica relações sociais e globais, rompendo com os instrumentos da dominação da burguesia.
Deste modo, para haver uma nova sociedade, era necessário uma revolução e conscientização da classe trabalhadora e todos os homens recuperassem seu pleno desenvolvimento intelectual, físico e técnico. Assim, a educação passa a ter importância no pensamente marxista.
O filósofo nos relata que precisamos “arrancar a educação da influência da classe dominante do modo burguês de ver o mundo, se não quisermos que as crianças sejam transformadoras em simples objetos de comércios, em simples instrumentos de trabalho”. Concordo com sua afirmação, pois a educação tinha mesmo a finalidade de preparar os indivíduos para atender as maiores necessidades da camada dominante.
Neste sentido, acredito que ainda percebemos a existência dessa tal finalidade na área educacional, pois muitos professores ainda seguem o modelo de ensino tradicional, onde os alunos são ensinados a não questionarem e nem tão pouco a pensarem por si próprios.
A escola é vista como um instrumento para impor a ideologia capitalista propagando uma visão do mundo acrítica e passiva para que se aceite a exploração do proletariado como algo natural e que sempre existiu e existirá.
Portanto, acredito que devemos reverter esse quadro através da educação e conscientização e luta de classes para ai sim transformar a sociedade. Desta maneira, devemos sempre repensar em nossas práticas pedagógicas, sobre nossas ações a fim de formar alunos autônomos, que pensem por si próprios, que contribuem para uma sociedade igualitária e não pessoas habituados a pensar como a camada mais poderosa deseja.
Projeto de Aprendizagem
No dia 13 de outubro de 2008, segunda-feira, tivemos nossa aula presencial de Seminário Integrador V e Projetos Pedagógicos em Ação, onde através do comentário da professora Nádie, possibilitou nos diálogos entre o grupo do Projeto de Aprendizagens levando a perceber que a pesquisa que estávamos realizando estava nos indicando um outro caminho, ou seja, ao emagrecimento e não a resposta da pergunta central “Há pessoas que comem e engordam e outras que comem e não engordam? Por quê?”.
Deste modo, o grupo decidiu se reunir presencialmente no Pólo no dia 15 de outubro de 2008 (terça-feira) para a reformulação do nosso PA.
Neste encontro, analisando o que havíamos citado anteriormente no projeto, decidimos modificar nossa pergunta para: "Há pessoas que comem excessivamente e não engordam? Por quê?" e elegemos novas certezas provisórias e dúvidas temporárias para a mesma, levando a um objetivo principal, de responder nossa curiosidade.
Deste modo, o grupo decidiu se reunir presencialmente no Pólo no dia 15 de outubro de 2008 (terça-feira) para a reformulação do nosso PA.
Neste encontro, analisando o que havíamos citado anteriormente no projeto, decidimos modificar nossa pergunta para: "Há pessoas que comem excessivamente e não engordam? Por quê?" e elegemos novas certezas provisórias e dúvidas temporárias para a mesma, levando a um objetivo principal, de responder nossa curiosidade.
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segunda-feira, 29 de setembro de 2008
Na Interdisciplina de Organização e Gestão da Educação, conforme foi proposto pela mesma, reunimos-nos em grupo de 6 componentes (eu, Catiane Vargas, Deise Monteiro, Edivan Machado e Gislaine Cardoso) e criamos uma Linha do tempo utilizando o programa XTIMELINE, onde nela registramos sobre a organização nacional do ensino em uma perspectiva histórica, contemplando questões referente às constituições federais de 1934, 1937, 1946, 1967 e 1988, considerando os seguintes aspectos:
• contexto sóciopolítico e econômico;
• a obrigatoriedade do Estado na manutenção e expansão do ensino público;
• a gratuidade do ensino público (níveis e modalidades);
• a vinculação de recursos (de impostos) à educação;
• a forma de ingresso dos professores no magistério público.
Para visualizarem nossa linha do tempo, clique no link abaixo:
Linha do tempo
• contexto sóciopolítico e econômico;
• a obrigatoriedade do Estado na manutenção e expansão do ensino público;
• a gratuidade do ensino público (níveis e modalidades);
• a vinculação de recursos (de impostos) à educação;
• a forma de ingresso dos professores no magistério público.
Para visualizarem nossa linha do tempo, clique no link abaixo:
Linha do tempo
sexta-feira, 12 de setembro de 2008
Projeto de Aprendizagens
Durante a aula presencial de Seminário Integrador (21/08/08), meu grupo (eu, Catiane, Deise e Gislaine) elegeu uma pergunta central: “Por que algumas pessoas comem e engordam e outras que comem e não engordam?” para realização de nosso Projeto de Aprendizagens, além de elaborarmos certezas e dúvidas que tínhamos em relação à mesma. Dando continuidade a este, modificamos a pergunta: “Há pessoas que comem e engordam e outras que comem e não engordam? Por quê?” já que se algumas pessoas comem e engordam e outras comem e não engordam há um motivo, seja por hereditariedade, fatores psicológicos, etc. e observamos que tivemos mais certezas do que dúvidas na construção de uma tabela referente as mesmas, fazendo nos refletir sobre este assunto, pois se não tínhamos muitas dúvidas, poderia desqualificar nosso trabalho.
Após refazendo-o notamos que algumas delas não nos levavam a pergunta central, ou seja, abria caminhos diferentes para outras pesquisas, além de que algumas expressões utilizadas por nós na reflexão proposta (como: "sempre ouvimos falar que alguns chás...") nos remetia a compreender que seria uma dúvida, mas era uma certeza que tínhamos referente ao assunto. Deste modo, passamos a verificar o que realmente seria uma certeza e dúvida em sua forma escrita.
Com relação ao mapa conceitual, também chegamos a conclusão que algumas frases não era realmente o que queríamos dizer, vindo assim a modificá-lo. Já quanto ao seu manuseamento no Software Cmap Tools, acredito que não tivemos tanta dificuldade, pois consultamos o tutorial proposto, mas quando queríamos ligar determinada frase (conceito + frase de ligação + conceito) com uma flecha no sentido para baixo, não conseguíamos, vindo assim a colocar em outro sentido (de lado ou acima). Ainda não descobrimos como colocá-la para baixo, mas no próximo encontro do grupo vamos tentar novamente, elegendo as saídas e dando continuidade ao nosso Projeto de prendizagem.
Após refazendo-o notamos que algumas delas não nos levavam a pergunta central, ou seja, abria caminhos diferentes para outras pesquisas, além de que algumas expressões utilizadas por nós na reflexão proposta (como: "sempre ouvimos falar que alguns chás...") nos remetia a compreender que seria uma dúvida, mas era uma certeza que tínhamos referente ao assunto. Deste modo, passamos a verificar o que realmente seria uma certeza e dúvida em sua forma escrita.
Com relação ao mapa conceitual, também chegamos a conclusão que algumas frases não era realmente o que queríamos dizer, vindo assim a modificá-lo. Já quanto ao seu manuseamento no Software Cmap Tools, acredito que não tivemos tanta dificuldade, pois consultamos o tutorial proposto, mas quando queríamos ligar determinada frase (conceito + frase de ligação + conceito) com uma flecha no sentido para baixo, não conseguíamos, vindo assim a colocar em outro sentido (de lado ou acima). Ainda não descobrimos como colocá-la para baixo, mas no próximo encontro do grupo vamos tentar novamente, elegendo as saídas e dando continuidade ao nosso Projeto de prendizagem.
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O que ganho sendo adulta?
Após a leitura do texto “Transformações na convivência segundo Maturana” da autora Luciane Real e refletindo sobre a esta pergunta proposta, acredito que em nosso dia a dia, ao passamos pelas fases da vida adulta, cada vez mais vamos adquirindo novas aprendizagens, digo, passando a ter mais responsabilidades, seja em um emprego, uma nova família construída, alguns a terem filhos... onde adquirimos experiências/conhecimentos na convivência com outros indivíduos, sendo que cada um apresenta um comportamento seu particular, podendo atuar, compreender, decidir fatos, ter consciência de seus atos, interagir na sociedade em que está inserida, respeitando a maneira de ser de seu próximo.
Após a leitura do texto “Transformações na convivência segundo Maturana” da autora Luciane Real e refletindo sobre a esta pergunta proposta, acredito que em nosso dia a dia, ao passamos pelas fases da vida adulta, cada vez mais vamos adquirindo novas aprendizagens, digo, passando a ter mais responsabilidades, seja em um emprego, uma nova família construída, alguns a terem filhos... onde adquirimos experiências/conhecimentos na convivência com outros indivíduos, sendo que cada um apresenta um comportamento seu particular, podendo atuar, compreender, decidir fatos, ter consciência de seus atos, interagir na sociedade em que está inserida, respeitando a maneira de ser de seu próximo.
A partir das leituras dos textos “Federalismo e Descentralização”, “Responsabilidades das esferas de governo para com a Educação” e “Sistemas de Ensino” da autora Nalú Farenzena, propostos pela Interdisciplina de Organização e Gestão da Educação, pude refletir sobre as competências das esferas do governo para com a educação e atribuições dos diferentes sistemas de ensino federal, estadual e municipal, articulando com os conceitos de federalismo e descentralização.
Refletindo sobre estes sistemas de ensino, percebi que o governo é dividido em três esferas: Federal, Estadual e Municipal.
Com relação ao governo Federal, a qual é considerado um poder maior, tem por finalidade de atuar diretamente na educação escolar e em seu desenvolvimento, além da criação de programas suplementares para redes estaduais e municipais de ensino, pois os Estados, Distrito Federal e Municípios estão em colaboração com a União para seus respectivos sistemas de ensino.
Um dos programas formado pelo Governo Federal é o ProUni, a qual proporciona bolsas totalmente gratuitas ou parciais de cursos do ensino superior (graduação) aos estudantes da sociedade brasileira com baixa renda.
Já as outras duas esferas, ou seja, o estado e o município têm como objetivos de organizar, manter e desenvolver os órgãos e instituições oficiais de seus respectivos sistemas de ensino: fundamental e médio, além de criarem, decidirem e executarem suas normas estabelecidas (como: o sistema de avaliação, carga horária semanal de aulas dos professores, normas de convivência, etc.) desde que estejam dentro das competências da Constituição Federal de 1988, o que resulta no processo de descentralização, já que não precisam consultar instâncias superiores.
Cabe ressaltar que o poder do Estado define com o Município formas de colaboração em execução de planos educacionais, bem como de autorizar, reconhecer, credenciar e supervisionar o sistema de ensino municipal, como mencionei antes nos patamares da Constituição Federal de 1988.
Assim como estas instâncias precisam obedecer as normas da LDB (Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional), ECA (Estatuto da Educação e do Adolescente), dentre outras leis criadas pela União em comum acordo com o Estado e Município, não podendo ser violadas.
Este estado que adota essa lei maior, a qual é regida pela Constituição Federal de 1988, forma o Federalismo.
Deste modo, as três instâncias formadas pelo governo federal, estadual e municipal precisam desenvolver um trabalho colaborativo em prol do desenvolvimento da educação escolar.
Refletindo sobre estes sistemas de ensino, percebi que o governo é dividido em três esferas: Federal, Estadual e Municipal.
Com relação ao governo Federal, a qual é considerado um poder maior, tem por finalidade de atuar diretamente na educação escolar e em seu desenvolvimento, além da criação de programas suplementares para redes estaduais e municipais de ensino, pois os Estados, Distrito Federal e Municípios estão em colaboração com a União para seus respectivos sistemas de ensino.
Um dos programas formado pelo Governo Federal é o ProUni, a qual proporciona bolsas totalmente gratuitas ou parciais de cursos do ensino superior (graduação) aos estudantes da sociedade brasileira com baixa renda.
Já as outras duas esferas, ou seja, o estado e o município têm como objetivos de organizar, manter e desenvolver os órgãos e instituições oficiais de seus respectivos sistemas de ensino: fundamental e médio, além de criarem, decidirem e executarem suas normas estabelecidas (como: o sistema de avaliação, carga horária semanal de aulas dos professores, normas de convivência, etc.) desde que estejam dentro das competências da Constituição Federal de 1988, o que resulta no processo de descentralização, já que não precisam consultar instâncias superiores.
Cabe ressaltar que o poder do Estado define com o Município formas de colaboração em execução de planos educacionais, bem como de autorizar, reconhecer, credenciar e supervisionar o sistema de ensino municipal, como mencionei antes nos patamares da Constituição Federal de 1988.
Assim como estas instâncias precisam obedecer as normas da LDB (Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional), ECA (Estatuto da Educação e do Adolescente), dentre outras leis criadas pela União em comum acordo com o Estado e Município, não podendo ser violadas.
Este estado que adota essa lei maior, a qual é regida pela Constituição Federal de 1988, forma o Federalismo.
Deste modo, as três instâncias formadas pelo governo federal, estadual e municipal precisam desenvolver um trabalho colaborativo em prol do desenvolvimento da educação escolar.
sexta-feira, 5 de setembro de 2008
A partir da leitura do texto “A educação como processo socializador: função homogeneizadora e função diferenciada” de Émili Durkhein e demais estudos realizados pela Interdisciplina de Escola, Cultura e Sociedade, percebi que a educação tem variado infinitivamente com o tempo e o modo em que cada povo está inserido, pois no início da civilização, ela visava preparar o indivíduo para atender as necessidades de cada povo e não para desenvolver suas habilidades intelectuais, morais e étnicas.Ao longo dos anos, a educação foi modificando-se, onde todo esse passado da humanidade contribuiu com princípios (religião, organização política,...), a história dos povos, a qual se dirigiu a educação atualmente, servindo para atender as maiores necessidades da sociedade.
Essas necessidades são atendidas através da educação, onde a cada geração, os adultos exercem uma ação sobre as crianças que eram consideradas uma tabula rasa, a qual era preciso construir tudo novo, preparando lhes para o meio social.
Deste modo, assim como ressaltou o autor, desde o início das civilizações, a educação apresenta reflexos das condições sociais, econômicas e culturais da camada dominante até os dias de hoje, a qual visa preparar os indivíduos para atender as necessidades da sociedade e formar a sua consciência social humana.
Nesta perspectiva de que a educação é vista como preparo dos indivíduos para atender as maiores necessidades das camadas mais poderosas, acredito que nós professores devemos refletir sobre a nossa prática pedagógica e sobre as nossas ações em sala de aula, a fim de formar alunos autônomos, que pensem por si próprios e não habituados a pensar como a camada mais poderosa deseja.
quinta-feira, 14 de agosto de 2008
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