PORTFÓLIO DE APRENDIZAGENS
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quinta-feira, 4 de junho de 2009

4º Salão de Graduação e o 5º Salão de Educação a Distância na UFRGS

No dia 27 de maio de 2009, quarta-feira, eu e mais algumas colegas fomos ao 4º Salão de Graduação e o 5º Salão de Educação a Distância na UFRGS assistir a apresentação das alunas Sandra Evaldt, Simone Luci e Cristiani Borges. As professoras Nádie Cristhina e Eliana Ventorine também estavam presentes.
O grupo tinha como tema do trabalho: “Como desenvolver Projetos de Aprendizagem na Educação a Distancia”.
Abordaram principalmente à utilização das ferramentas tecnológicas, o quanto foram importantes para o trabalho (Projeto de Aprendizagem) realizado em Seminário Integrador IV no semestre passado.
Dentre essas foram destacadas pelas colegas: o webfólio, onde ficaram registradas todas as suas postagens do trabalho realizado e o Pbwork, onde fizeram o site com páginas para o desenvolvimento do mesmo. Da mesma maneira, utilizaram do MSN e E-mail para a troca de idéias diariamente, sendo estes de grande importância para os encontros virtuais. Registraram também seus encontros no diário de bordo no Rooda.
A principal ferramenta utilizada foi o Fórum onde utilizaram desde o início do Projeto para a troca de idéias.
As colegas fizeram uma bela apresentação, com fácil entendimento sobre o assunto. Pude perceber que conseguiram explorar muito bem o Projeto de Aprendizagem. Acredito que foi um trabalho muito significativo.

Este semestre estamos realizando um novo PA e estou vivenciando melhor este momento de trabalhar mais a distância, pois semestre passado, meu grupo reunia-se basicamente presencialmente. Penso que esta mudança está fortalecendo maiores contatos entre meu grupo e com estas ferramentas, assim como relataram as colegas.

Parabéns pela apresentação colegas!

Preconceito e Descriminação...

A escola é um ambiente sócio interativo, onde é necessária a formação de cidadãos com valores de forma a respeitarem as pessoas e suas diferenças.
Desta forma, nas escolas em geral, encontramos alunos que realizam ações de preconceito de gênero, etnia, etc.
Como por exemplo: colocam apelidos maliciosos em seus colegas, chamam alguém de negrinho, pretinho, alguém que não gosta de sentar do lado de determinado colega, etc. ações estas que já foram presenciadas por mim no ambiente escolar.
Para resolver estas ações de descriminação e preconceito, acredito que seja essencial realizarmos trabalhos com os alunos onde possam conhecer, perceber e conscientizar que em nosso Brasil encontramos diferentes etnias, culturas, múltiplas histórias que devem ser respeitas por todos indivíduos. Assim estamos prevenindo e diminuindo estes, reconstruindo as relações entre os indivíduos, sem impactos no futuro.

segunda-feira, 25 de maio de 2009

Reflexões sobre raça, etnia, descriminação...

Quinta-feira passada, dia 21 de maio de 2009, tivemos nossa aula presencial de Questões Étnico-Raciais na Educação: Sociologia e História. Nesta, o professor Nilton nos trouxe várias questões, dente estas, sobre Raça, Etnia, descriminação..nos fazendo refletir um pouco mais sobre assuntos.
Estava claro para mim os conceitos de raça e etnia, onde o primeiro é nossa descendência, um grupo que é puro até o final, e etnia é a mistura dessas raças, com costumes miscigenados das mesmas, formando uma nova etnia. Então, não podemos dizer que somos de determinada raça e sim que possuímos uma etnia, pois desde a colonização do Brasil já foi se formando outros povos, misturando-se e obtendo diferentes culturas.
Do mesmo modo, foi comentado que devemos aceitar as pessoas como elas se vêem, como por exemplo, se o individuo é negro e se diz alemão, devemos respeitá-lo, independente da forma de seus aspectos físicos, pois é aquela posição e cultura que ele segue.
Outro ponto questionado foi sobre a descriminação, pois muitas vezes fizemos ações de preconceito sem nos “darmos conta” que estamos realizando-a. Como o exemplo trazido pelo professor, se estamos andando na rua, e vemos uma pessoa paraplégica, logo sentimos pena dela e agradecemos por sermos ou termos filhos “normais”. Ação está que se designa descriminação.
Portanto é muito importante revermos nossas ações e posturas, observando e refletindo sobre elas, não voltando a repeti-las quando ocorrer.

quarta-feira, 13 de maio de 2009

Filme: "O clube do imperador"

A Interdisciplina Filosofia da Educação nos propôs que assistíssemos ao filme “O clube do imperador”. Neste processo, pude observar várias cenas em que o professor Willian Hundert (que é um conceituado professor de história da Antiguidade Clássica - Grécia e Roma) está diante de um conflito moral.
Dentre estas, em uma das cenas, aparece rapazes estudantes jogando baseball no pátio da escola. Entre esses meninos, havia um aluno novo da escola, Sedgewick Bell, que era um jovem arrogante e filho de um senador.
Ao ver o professor Hundert passar por ali, os estudantes convidam-o para jogar. O mesmo faz sinal com o dedo que não. Neste momento, Sedgwick, desafia o professor dizendo que queria ver a velha guarda joga.
O professor para de andar, fica pensativo, larga sua pasta no chão, tira o paletó, pega o taco com um dos meninos e começa a se aquecer. Em seguida, posiciona o taco em cima de um livro da biblioteca que Sedgewick (aluno rebelde) havia pegado na noite anterior, estando sobre a responsabilidade do próprio professor e fala que irá jogar a bola muito longe, apontando o dedo para cima (horizonte).
Então, Sedgewick lança a bola com força para professor Hundert, que o acerta-a e joga para longe.
Neste momento, chega de carro o diretor da instituição, estacionando-o na frente da escola. Ele vai pegar sua pasta no banco de trás do carro e ouve um barulho, vê que o vidro da porta de carro está quebrado e encontra uma bolinha de baseball. Pega-a, e vai até o pátio da escola furioso com o acontecimento ocorrido.
Observando que o diretor estava vindo, os meninos que estavam jogando correm rapidamente para o quarto dentro da escola para espiar pela janela o que iria acontecer. Nesta situação, o professor Hundert corre juntamente com os rapazes.
Ao chegar ao jardim, o diretor encontra um menino que estava ali sozinho, brincando e pergunta se ele sabe de onde veio aquela bolinha, responde que não sabe de nada. O diretor xinga-o dizendo que daria um belo advogado.
Assim sendo, nesta situação ocorrida, pude visualizar alguns princípios morais, como, dar o exemplo aos nossos alunos, onde muitas vezes observam nossas atitudes frente ao mundo, pois não adianta dizer para os alunos serem honestos se o próprio professor não é e foge do que está ocorrendo na realidade, como podemos ver no filme.
Do mesmo modo, não podemos fugir de nossas responsabilidades, deixando que outra pessoa inocente leve a culpa por algo que não fez, como no filme, o menino brincando leva a culpa pelo professor. Devem-se assumir os erros, arcando também com os prejuízos ocorridos.
Portanto, acredito que esta decisão do professor foi moralmente incorreta, já que devemos ser responsáveis, dar o exemplo, agir com moral perante os fatos, para poder cobrar isso também de nossos alunos.

sábado, 2 de maio de 2009

Estágios de desenvolvimento

A partir da leitura do texto “Epistemologia Genética e Construção do conhecimento” de Tânia B. I. Marques, pude explorar e refletir sobre os conceitos vinculados à idéia de estágios de desenvolvimento.
Neste processo, novamente constatei que a cada passo em que vamos evoluindo, vamos se ajustando ao meio em que vivemos e superando as diferentes situações surgidas ao longo da vida. Não há idade rígida para cada estágio, mas sim que estes se apresentam em uma sequência constante, onde cada um engloba a anterior e o amplia.
As características apresentadas por Piaget em cada estágio são as seguintes:
· 1º estágio: Sensório-motor (0 a 18 meses de idade): Este primeiro estágio se estende do nascimento ao aparecimento da linguagem, iniciando a capacidade de ações da realidade, sendo exclusivamente prática.
Neste plano prático, a criança não representa mentalmente os objetos, sua ação através dos sentidos é direta e imediata sobre os mesmos, as quais, essas experiências serão fundamentos fundamentais da atividade intelectual futura, ou seja, há uma organização dos movimentos e dos deslocamentos, que primeiramente estão concentrados no corpo próprio e vão se descentralizando aos poucos e atingem um espaço no qual a criança se situa como um elemento entre os outros.
· 2º estágio: Pré - operatório (2 aos 7 anos de idade): Neste estágio há o aparecimento da função simbólica sob diversas formas: linguagem, jogo simbólico, sonhos, etc. A criança passa da interiorização dos esquemas de ação para representações da realidade ou pensamento, sendo marcado pela intuição, pela percepção imediata e não lógica.
Nesta etapa há a presença do egocentrismo, sendo incapaz de lidar com as idéias diferentes das suas em relação a determinado tema, bem como, seu pensamento tende a centrar-se em estados momentâneos da realidade, sem juntá-los ao todo, ligando-se mais aos estados de um objeto do que as transformações pelas quais ele passa.
· 3º estágio: Operatório – concreto (7/8 anos a 11/12 anos de idade): Nesse estágio ocorre a construção de capacidade de reversibilidade do pensamento, tornando-se capaz de realizar operações lógicas e ver a totalidade de diferentes ângulos e mesmo trabalhando com objetos representantes, seu pensamento já permitem várias novas aprendizagens.
· 4º estágio: Operatório – formal (11/12 aos 14/15 anos de idade): Nesta ultima etapa, a criança já é capaz de realizar raciocínios abstratos, perante sua realidade. O sujeito já está desenvolvendo sua própria identidade, manifestando seus interesses e idéias sobre aquilo que acredita, mas também tem dúvidas entre o certo e errado.

sexta-feira, 24 de abril de 2009

Mosaico Étnico-racial

A interdisciplina Étnico-Raciais na Educação: Sociologia e História propôs que realizássemos um mosaico etnico-racial. Realizei esta atividade com a turma do quarto-ano em que acompanho. Nesta, primeiramente, as crianças desenharam a si mesmo e montamos um cartaz.Solicitei para que analisassem os desenhos realizados, e questionei-os se éramos todos iguais ou diferentes e o que os diferenciavam. Logo, responderam que não eram iguais, pois cada um apresenta um jeito diferente, porém apresentam traços de outras pessoas, mas falaram que também eram diferentes na cor do cabelo, dos olhos, altura, que cada um pensava de uma maneira, uns aprendiam mais rápido que outros etc. e no Brasil em geral as pessoas também eram diferentes.
Após os alunos recortaram fotos das pessoas nas revistas para montarmos um mosaico dentro de nosso mapa do Brasil.

Voltando ao nosso diálogo, perguntei se todas as imagens eram iguais ou não. Novamente responderam que não, pois alguns eram índios, outros eram japonês, alemães, loiros, morenos, etc.
Uma das crianças disse que cada um é de um lugar diferente, então perguntei se sabiam qual era suas origens, descendência, e responderam que não tinham conhecimento sobre isso. Expliquei o que eram estes conceitos e apenas uma das alunas disse que uma de suas avós era alemã e a outra italiana, então ela tinha uma etnia misturada.
Portanto, acredito que com este trabalho os alunos conseguiram ver que nosso povo brasileiro é constituído de misturas de povos com diferentes culturas, independente das semelhanças físicas, temos cada um sua própria identidade que compõe o seu grupo familiar, além de achar muito interessante esta atividade, aonde se envolveram na montagem do mosaico, ação está que ainda não tinham feito (dentro do mapa), e que iriam procurar saber com seus pais e familiares suas etnias para depois compartilhar suas descobertas com a turma.

segunda-feira, 13 de abril de 2009

Educação Especial / Inclusão

A Inclusão ainda está em processo de transformação, pois aos poucos a escola e nós professores vamos se especializando, a fim de contribuir para seu crescimento, oferecendo-lhe atenção global as necessidades dos alunos.
Este é um grande desafio, mas é uma nova realidade, onde devemos rever nossas atitudes, nossas posições, mudanças no planejamento escolar,... realizando trabalhos que falam de diferenças, etc.
Na medida em que vão sendo inseridos novos alunos especiais na escola, vai ocorrendo essa transformação, e devemos aceitar as limitações dos mesmos, mas também reconhecer a causa e encontrar estratégias e recursos para ajudar em seu desenvolvimento de aprendizagem.

sábado, 4 de abril de 2009

Educação Especial

A partir das leituras dos textos realizados e vídeos assistidos pela Interdisciplina Educação de pessoas com necessidades Educativas Especiais, pude refletir sobre a história da Educação Especial.
Observei que tempos atrás, na era pré-cristã, havia ausência total de atendimento as pessoas com necessidades especiais, sendo abandonadas, perseguidas e eliminadas pela sociedade.
Ao longo do tempo, isso foi modificando-se, passando por fases e avanços, onde foram sendo criadas novas escolas de educação especial.
Na Constituição Brasileira de 1988, foi afirmado o direito de todos à educação, garantindo também o atendimento educacional as pessoas com necessidades especiais, porém essas leis ainda não foram efetivadas na prática.
Penso que nós professores ainda temos a falta de informações sobre como trabalhar com as crianças especiais, às vezes não sabemos como lidar com determinadas situações ocorridas, mas acredito que acordo com que vão sendo aplicada a prática, vamos aprendendo como conviver diante destas.
Do mesmo modo, também acho ser de grande valia cursos e palestras para aperfeiçoação dos docentes, bem como receber apoio do governo, possibilitando estes, pois assim iríamos se sentir mais motivados e a como atuar com indivíduos portadores de necessidades especiais.
Outro fato, é que a escola deve estar preparada em seu ambiente físico para bem recebê-los, bem como, a presença do respeito entre todos (alunos, professores, pais), recebe-los de “coração aberto”, aceitando suas limitações e passar a vê-los como seres iguais a nós, sem diferença. Assim, realmente a inclusão irá se concretizar, trazendo grandes benefícios aos que ensinam e aos que aprendem, ao desenvolvimento das crianças deficientes ou não deficientes, pois irão dar valor e cooperação na interação humana.

Dossiê de Inclusão

Para ver meu DOSSIE DE INCLUSÃO, ao qual visa contribuir para produção de conhecimentos/ relatos de experiências no transcorrer dos estudos, acesso o link abaixo:
Dossiê de Inclusão

segunda-feira, 30 de março de 2009

Raça e Etnia

A partir de nossa aula presencial da Interdisciplina Questões Étinico-Raciais na Educação: Sociologia e História realizada no dia 26 de março, pude compreender melhor sobre os conceitos: Raça e Etnia, que até então, para mim, estes tinham o mesmo significado. Assim descobri que:
Raça: é a nossa origem, nossa descendência: alemã, italiana, portuguesa, chinesa...
É um grupo que é puro até o final.
Etnia: é a mistura dessas raças, com costumes miscigenados de várias raças, criando assim uma nova etnia.
Esses são conceitos muito importantes para a nossa vida, para nos conhecermos melhor, bem como não cometer injustiças com as pessoas.

sábado, 28 de março de 2009

Projetos de aprendizagens

No dia 18 de março de 2009 (quarta-feira), tivemos nossa aula presencial da Interdisciplina Seminário Integrador VI, onde assistimos apresentações de três projetos de aprendizagens realizados pelas colegas no Eixo V.
Desta forma, pude refletir sobre como eram realizados nossos projetos e como eram feitos no ensino fundamental e médio, onde muitos deles eram apenas proposto uma pergunta e encontrávamos a resposta pronta em livros e internet, sem conexão com nossa curiosidade, encontrando dificuldades em sua elaboração.
Sendo assim, passei a ver que um Projeto não deve ocorrer desta maneira e sim partir de nossa curiosidade, escolhendo um assunto de nosso interesse e buscá-lo em fontes seguras, com argumentos realmente concretos, podendo obter nossas próprias conclusões.
Esse método ainda é pouco utilizado nas escolas, então devemos reverter esse quadro e ensinar nossos alunos a como pesquisar realmente.